O Paradoxo da Unificação - Quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis do Autismo

  O paradoxo da unificação: quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis e acirra a disputa por voz, recursos e políticas p...

Fim das doações privadas deve ser comemorado



Embora não tenha caráter definitivo, pois no fim do processo será preciso realizar uma nova votação na Câmara de Deputados, a decisão do Senado que aprovou o fim do financiamento eleitoral de empresas privadas merece ser celebrada.
   A votação atende a uma necessidade urgente de eliminar a força do poder econômico sobre nosso sistema político, que permite às empresas formar bancadas de aluguel no Congresso e influenciar  setores inteiros do Executivo.
   Num regime onde a lei que diz cada homem=1 voto, temos um sistema que admite eleitores que valem R$ 1 bilhão. 
   Com a franqueza que só delatores costumam se permitir, Paulo Roberto Costa, antigo diretor de abastecimento da Petrobras, gosta de esclarecer que não há doações de campanha, mas sim "empréstimos a serem cobrados posteriormente a juros altos de beneficiários das contribuições no exercício dos cargos."
  A decisão também poderá permitir ao país livrar-se de um caso de humilhação nacional. A necessidade de acabar com o financiamento de pessoas jurídicas já conta com apoio de 7 em cada 10 brasileiros, segundo o DataFolha.

Senado põe fim a doações privadas de campanha

Proposta aprovada por 36 votos a 31 na noite desta quarta-feira estabelece que somente pessoas físicas poderão doar dinheiro a campanhas eleitorais; aprovado inicialmente, o texto-base colocava um teto de R$ 10 milhões para doações de pessoas jurídicas, mas uma emenda aprovada em seguida, de autoria do senador Jorge Viana (PT-AC), proibiu totalmente esse tipo de doação; "Acabamos de aprovar uma grande vitória política agora há pouco aqui no @SenadoFederal: o fim do financiamento empresarial para campanha", publicou o parlamentar no Twitter; matéria terá que voltar à Câmara, para nova análise dos deputados

O Senado aprovou nesta quarta-feira 2, por 36 votos favoráveis e 31 contrários, o fim do financiamento empresarial de campanhas eleitorais. Aprovado inicialmente, o texto-base previa a imposição de um teto de R$ 10 milhões para doações privadas, mas uma emenda, do senador Jorge Viana (PT-AC), aprovada em seguida proibiu totalmente esse tipo de doação.
De acordo com o texto, qualquer pessoa poderá doar para partidos políticos e candidatos em campanhas até o limite de seus rendimentos anuais. O assunto gerou muito debate no plenário do Senado, opondo senadores que preferiam a permissão para doações de empresas àqueles que queriam a total proibição de doações privadas, mas que apoiaram a restrição a pessoas físicas.

Morre Dean Jones, do filme "Se meu fusca falasse"

Dean Jones - 25 de janeiro de 1931 à 01 de setembro de 2015

O ator norte-americano Dean Jones, protagonista do filme "Se meu fusca falasse", morreu na última terça-feira em Los Angeles - informou nesta quarta-feira Richard Hoffman, seu assessor de imprensa.
O ator, com mais de 30 filmes em sua filmografia, tinha 84 anos e morreu em decorrência do mal de Parkinson, segundo Hoffman.
Jones viveu seu auge com o papel de Jim Douglas em "Se meu fusca falasse" (1968), filme em que seu companheiro era um pequeno Volkswagen inteligente que seduzia todo mundo.
O sucesso do filme, um clássico da Disney, rendeu várias continuações da história, e a mais famosa foi "Herbie no Grand Prix de Montecarlo" (1977).
Dean Jones também atuou em "Beethoven - o magnífico" (1993) e na série "Salvos pela campainha".
Ele ficou conhecido por várias produções da Disney. O ator foi convidado pelo próprio Walt Disney a participar de filmes da empresa após estrelar a série de TV "Ensign O'Toole" nos EUA.
O ator norte-americano também atuou em longas como "O diabólico agente D.C." (1965) e "O promotor Shaggy" (1976). Ele foi indicado ao Globo de Ouro de melhor ator de comédia por "Esse pato vale ouro" (1971).

Nascido no Alabama, no sul dos Estados Unidos, e foi ex-combatente da marinha norte-americana.

AFP

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