O Paradoxo da Unificação - Quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis do Autismo

  O paradoxo da unificação: quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis e acirra a disputa por voz, recursos e políticas p...

EXTRA EXTRA - Fábio Camargo volta ao Tribunal de Contas pelas mãos de Lewandowski

Fábio Camargo volta ao TC pelas mãos de Lewandowski

O ministro Ricardo Lewandowski, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), na noite desta quinta-feira (24), deferiu liminar reconduzindo o conselheiro Fábio Camargo ao Tribunal de Contas do Estado (TCE).
A decisão do magistrado é uma derrota para o grupo RPC/Gazeta do Povo, que tem uma bronca familiar e política com os Camargo.
Em julho de 2013, o ex-deputado derrotou por 27 a 22 votos o ainda deputado Plauto Miró (DEM) na disputa pela vaga no TCE.
Camargo foi afastado duas vezes do órgão de contas. A primeira em novembro de 2013, sendo reconduzido em 4 de abril de 2014. Na sequência, em junho do ano passado, o ministro Gilmar Mendes, do STF, o havia afastado novamente. Agora, Lewandowski o reconduziu outra vez.

com conteúdo do blog do Esmael

Coluna do Requião Filho - Com impostos descontrolados, Beto Richa desagrada ‘gregos e troianos’

Em sua coluna semanal, o deputado estadual Requião Filho (PMDB) fala sobre o momento atual do governo Beto Richa (PSDB), em que o descontrole geral e a ganância em aumentar impostos faz com que o governador esteja desagradando os empresários e a população em geral, ou seja, uniu contra si “gregos e troianos”. Leia, ouça, comente e compartilhe!

Amigos leitores, queria eu me valer deste espaço para contar-lhes as maravilhas do “Paraná que Acredita”, do “Paraná que segue em Frente”, ou seja, do Paraná das lindas propagandas eleitorais e institucionais do governo.
Como eu gostaria que esta fosse a realidade, mas basta ter o mínimo de discernimento para ver que a real situação do Estado é bem diferente… Ninguém mais acredita no governador Beto Richa (PSDB) e o Paraná está parando.
Nesta coluna já me referi a expressão “freios e contrapesos” que, grosso modo, se refere a fiscalização e controle do Estado; mas o que se percebe é que o atual governo quer exterminar esses mecanismos. Ignora pareceres, espanca servidor, sangra o bolso do contribuinte, acaba com o empresariado, deixa a Defensoria Pública na mendicância e impõe suas vontades sobre a maioria da Assembleia em troca de ambulâncias e favores políticos.
Sejamos diretos: se o Estado fosse uma carreta, o motorista teria de propósito cortado o freio e jogado o caminhão ladeira abaixo.

Vereador que protestou contra Dilma está preso por corrupção


O vereador Nabor Afonso Arruda (PMDB), defensor do impeachment da presidente Dilma Rousseff e manifestante contra a corrupção política, está preso há doze dias no Complexo Penitenciário Canhanduba, em Itajaí (97,6 km de Florianópolis). Segundo seu chefe de gabinete, Luciano Sens, ele participou dos protestos contra o governo "como cidadão comum".
O parlamentar, que há 19 anos trabalha como auditor fiscal da Prefeitura de Itajaí, foi alvo de investigações da Operação Dupla Face do Gaeco (Grupo Especializado no Combate do Crime Organizado), que descobriu um esquema municipal no imposto de transação imobiliária, além da venda de facilidade às empresas que necessitassem de alvarás e licenças públicas. Antes de negociar facilidades, os envolvidos criariam as dificuldades nos licenciamentos.

Câmara eleva para 75 anos aposentadoria compulsória dos servidores públicos



A Câmara dos Deputados aprovou hoje (23) projeto de lei do Senado que regulamenta a aposentadoria compulsória aos 75 anos de idade. Atualmente, a aposentadoria compulsória para os servidores públicos ocorre aos 70 anos. Pela proposta, a idade passa para 75 anos no caso dos servidores públicos da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios. O projeto de lei complementar foi aprovado por 355 votos a favor e 32 contra.

Mais de 700 morrem pisoteados em Meca

Na Arábia Saudita, Haji muçulmano deixa saldo de 717 mortos, após tumulto
 
Um tumulto durante a peregrinação muçulmana do Hajj nesta quinta-feira deixou ao menos 717 mortos e mais de 800 feridos perto da cidade sagrada de Meca, na Arábia Saudita, num dos piores incidentes na história recente da celebração.
O incidente ocorreu no último ritual em Mina, onde peregrinos atiram pedras a pilares que representam o diabo. Autoridades não informaram o que causou o tumulto.
Mina é localizada entre o monte Arafat e a Grande Mesquita de Meca, o lugar mais sagrado do Islã.
O Hajj é o último dos cinco pilares do islamismo, e seguidores devem realizar a peregrinação anual pelo menos uma vez na vida, se tiverem saúde e condições financeiras. Mais de 2 milhões de muçulmanos participam da peregrinação neste ano.
O órgão de defesa civil saudita disse em comunicado que a confusão começou no momento em que peregrinos caminhavam rumo à estrutura, de cinco pavimentos, ao redor dos pilares - conhecida como ponte Jamarat.