O Paradoxo da Unificação - Quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis do Autismo

  O paradoxo da unificação: quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis e acirra a disputa por voz, recursos e políticas p...

Super HD pode durar 13 bilhões de anos - e já se mostrou indestrutível

A invenção deve durar mais do que a própria humanidade.

Alguns documentos são importantes demais para corrermos o risco de que sejam destruídos. Se ficarmos sem nenhuma cópia da Declaração dos Direitos Humanos, por exemplo, as questões humanitárias seriam ainda mais complicadas do que atualmente. Agora, o que pesquisadores da universidade de Southampton, na Inglaterra, estão afirmando é que podemos ficar despreocupados. Se depender deles, esses registros vão durar mais do que a própria humanidade.
Os cientistas criaram o que chamam de 5D, um mini-disco do tamanho de uma moeda que consegue armazenar 360 terabytes. O produto é tão resistente que os envolvidos no projeto ainda não conseguiram determinar quanto tempo duraria para o objeto parar de funcionar em condições normais.

Dificuldade de recrutar candidatos em 2016


Em todos os partidos políticos que estão se organizando para disputar as próximas eleições municipais, há uma dificuldade para encontrar nomes novos – gente que nunca disputou cargo eletivo – com um bom potencial de votos, para poder formar as chapas dos candidatos a prefeito, vice-prefeito e vereador.
Essa dificuldade, deve-se a um desinteresse das chamadas "pessoas de bem" em entrar para uma militância partidária, em função dos grandes desgastes vividos por ocupantes de cargos eletivos, diante dos escândalos de corrupção e prisões de figuras consideradas como as lideranças mais importantes da política nacional, sobretudo as que estão envolvidas em operações como a Lava-Jato.
O que se percebe, é uma total desmotivação do cidadão comum em querer participar da vida pública, como uma consequência direta da descrença na política.

FHC e a hipocrisia brasileira


O caso fora do casamento do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso é o retrato exato da hipocrisia. Todos sabiam de tudo, mas ninguém tornava público, nem políticos, muito menos a imprensa. Afinal de contas, era uma questão particular, privada.
No entanto, tudo isso é mentira. O que havia eram os interesses políticos e econômicos na relação que existe entre o público e o privado. O segredo é sempre o mais importante. A verdade é um detalhe a ser colocado embaixo do tapete, hipocritamente.
Acredito que ninguém tem nada a ver se fulano ou beltrano usa drogas, se tem amante e com ela tem filhos ou faz abortos.

A herança de Lula


Assisti novamente essa semana ao documentário Capitalism: A Love Story, do diretor Michel Moore. A falta de regulação do Estado foi o que possibilitou que as operações do sistema financeiro se tornassem muito complexas e foi ela que deu carta branca para as grandes corporações, especialmente os bancos, lucrassem à custa do interesse público e da boa-fé o povo americano. Todos aqueles que defendem o "Estado mínimo" e "marcos regulatórios simples e flexíveis" deveriam assistir, pois estão na realidade defendendo interesses corporativos, os quais colidem com qualquer projeto de desenvolvimento econômico e humano com características de sustentabilidade.

Resultado parcial indica derrota de Evo Morales em referendo por quarto mandato

Evo Morales ao votar no referendo, na manhã deste domingo
 
Resultados preliminares e projeções de institutos privados apontam que o presidente da Bolívia, Evo Morales, sofreu sua primeira derrota eleitoral em 10 anos.
A Bolívia foi às urnas neste domingo em um referendo, convocado para decidir pela modificação ou não de artigo da Constituição do país que determina que presidentes do país só podem concorrer a uma reeleição.
Com 72,5% de votos apurados, o TSE (Tribunal Supremo Eleitoral) do país anunciou que o "não" vencia com 56,5%, enquanto a opção pelo "sim" chegava a 43,2%.
Segundo estimativas de institutos de pesquisa de opinião, o percentual do voto "não" deverá ficar entre 51% e 52,3%.
Porta-vozes do governo da Bolívia descartavam uma declaração oficial sobre o referendo na madrugada de segunda-feira, devido à margem apertada na votação. Afirmavam que havia uma situação de "empate técnico".