Quando Jason Raftis era gerente de
vendas em uma revendedora de carros na Flórida, decidiu oferecer uma
vaga em seu departamento a um amigo de longa data.
Pouco depois,
percebeu o erro. O amigo se acostumou a contar aos demais funcionários
detalhes do que os dois aprontavam na época de faculdade – e isso foi só
o começo.“Foi um pesadelo”, lembra Raftis, hoje executivo de contas em outra empresa. “Por causa de nossa amizade, ele ia e vinha quando queria e tomou liberdades que outros empregados jamais tomariam.”
Infelizmente, Raftis teve que demitir o amigo. Seu conselho, hoje em dia: “Prefira estranhos. Eles são mais fáceis de chefiar e mais fáceis ainda de demitir, se for preciso.”







