No dia 7 de outubro, 35 partidos vão disputar as eleições com um desafio enorme para muitos deles: cumprir a cláusula de desempenho.
O Paradoxo da Unificação - Quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis do Autismo
O paradoxo da unificação: quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis e acirra a disputa por voz, recursos e políticas p...
Por que muitos partidos podem ficar sem dinheiro nem presença no Congresso?
No dia 7 de outubro, 35 partidos vão disputar as eleições com um desafio enorme para muitos deles: cumprir a cláusula de desempenho.
A prolongada e incômoda sombra dos militares nas eleições brasileiras
Pela primeira vez em 30 anos o Brasil vive uma campanha eleitoral sob a desconfortável sombra dos militares, que se tornaram, novamente, protagonistas na esfera pública. Jair Bolsonaro, um ex-capitão do Exército, encabeça as pesquisas para o primeiro turno das eleições presidenciais, que serão realizadas no domingo. Se vencer, seu vice-presidente será o ex-general Hamilton Mourão, que defendeu os torturadores da ditadura militar (1964-1985) e um novo golpe como solução para a crise política brasileira.
Por que figuras folclóricas, medíocres e violentas como Bolsonaro acabam desafiando a razão e a inteligência?
O capitão reformado Jair Messias Bolsonaro, de extrema direita, com ideias fascistas, que discrimina as minorias, denigre as mulheres, exalta a tortura e defende a violência, lidera as intenções de voto nas eleições presidenciais no Brasil, uma das maiores democracias do mundo. Isso deveria obrigar os demais políticos a se fazerem algumas perguntas incômodas.
Como casais estão sendo afetados pela diferença no voto de homens e mulheres, que nunca foi tão grande
Em 26 anos de casamento, Douglas Fedocio e Janine Fedocio, de Juiz de Fora, nunca tinham votado em candidatos diferentes para presidente de República. Até agora.
Mesmo com a divergência, Douglas diz que não discutem por causa das eleições.
Senado pode ter composição mais fragmentada da história
As eleições deste domingo (07/10) podem resultar em uma fragmentação nunca antes vista no Senado. Se as pesquisas que indicam os favoritos para as 54 vagas em disputa neste pleito se confirmarem nas urnas, a Casa deve passar a contar com representantes de 23 partidos – cinco a mais do que a atual composição. Assim, o Senado deve se aproximar ainda mais da hiperfragmentação da Câmara, onde hoje 25 partidos têm representantes.
Ao todo, 358 candidatos ao Senado concorrem a essas 54 vagas nos 26 estados e no Distrito Federal. Entre os favoritos, uma série de nomes conhecidos.
Assinar:
Postagens (Atom)


