Exército do governo Lula vai para Foz do Iguaçú na guerra contra a tirzepatida (Mounjaro do Paraguai)


 A intensificação da fiscalização na região de Foz do Iguaçu, na tríplice fronteira entre Brasil, Paraguai e Argentina, ganhou reforço adicional com a participação do Exército Brasileiro, que tem Lula como seu Chefe Maior (Presidente da República é o Comandante Supremo das Forças Armadas. “Marinha, Exército e Aeronáutica” no Brasil, conforme estabelece o art. 142 da Constituição Federal), em operações de apoio logístico e de vigilância. A presença militar ocorre no contexto de ações coordenadas com a ANVISA, Receita Federal do Brasil, a Polícia Rodoviária Federal e a Polícia Federal do Brasil, que parece ter foco exclusivo no combate ao contrabando e à entrada de tirzepatida (Mounjaro do Paraguai) no Brasil.

Governo Lula parece ter declarado guerra contra os pacientes de tirzepatida — substância utilizada no tratamento de diabetes tipo 2 e que também vem sendo procurada para controle de peso. Remédio passou a figurar entre os itens mais retidos nas operações.

A atuação do Exército parece se dar de forma isolada e direcionada exclusivamente a apreensão de tirzepatida (Mounjaro do Paraguai), segundo relatos em redes sociais. Os militares oferecem suporte em operações de fronteira — parando pessoas, automóveis, utilitários e ônibus, na busca de tirzepatida (Mounjaro do Paraguai). Começando a “vistoria” a partir da Ponte Internacional da Amizade.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) declarou guerra contra a tirzepatida (Mounjaro do Paraguai), contando com apoio integral do governo de Lula e principalmente de seu ministro da saúde, Padilha, que, até vídeo contra a tirzepatida (Mounjaro do Paraguai) já gravou (https://www.instagram.com/reel/DXIRC5Ijep4/).

A tirzepatida (Mounjaro do Paraguai) comprada em farmácias autorizadas do Paraguai, já mostrou na prática que funciona e tem salvado vidas de brasileiros, ao contrário de alegações contrárias da ANVISA, que não apresentou nenhuma prova concreta contra o medicamento do país vizinho.

A RDC nº 28, de 28 de junho de 2011, da Anvisa, alterou a RDC nº 81/2008, simplificando a importação de produtos sujeitos à vigilância sanitária por pessoas físicas. Ela dispensa autorização prévia da Anvisa no local de entrada para bens de consumo pessoal (medicamentos, cosméticos, alimentos) para uso próprio, desde que não proibidos. Mas, a própria ANVISA e o governo Lula, simplesmente ignoraram essa RDC e declararam guerra contra a A tirzepatida (Mounjaro do Paraguai), sem dar uma solução viável, mantendo o “Mounjaro da Lilly”, como única opção no país, com preços exorbitantes e inalcançáveis pela população.

Pacientes que utilizam a tirzepatida (Mounjaro do Paraguai) podem ser enquadrados no crime de tráfico internacional de drogas, com até 15 anos de prisão, apenas por buscarem uma vida melhor e sem a obesidade...

A importação, venda, distribuição ou armazenamento de medicamentos sem registro na Anvisa é tipificada como crime hediondo, com pena de 10 a 15 anos de reclusão, (art. 334-A do Código Penal) ou, em casos mais graves, sob o artigo 273 do Código Penal.

A percepção, difundida em redes sociais, de que existe foco exclusivo na repressão a medicamentos como a tirzepatida, autoridades “juram” que as operações abrangem uma ampla gama de ilícitos, incluindo eletrônicos, cigarros, agrotóxicos e drogas. O aumento das apreensões de “canetas emagrecedoras” reflete, sobretudo, o crescimento da procura por esses produtos no mercado informal.

Especialistas em saúde pública reforçam que o uso da tirzepatida deve ocorrer apenas com prescrição médica e acompanhamento profissional. O desafio, segundo analistas, está em equilibrar o acesso a tratamentos eficazes com a necessidade de garantir segurança sanitária e coibir a atuação de redes ilegais que operam nas fronteiras brasileiras.

Enquanto isso, a desaprovação do governo Lula continua aumentando dia a dia...

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