O Paradoxo da Unificação - Quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis do Autismo

  O paradoxo da unificação: quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis e acirra a disputa por voz, recursos e políticas p...

A conexão entre a sua lata de atum e a mão de obra escrava



Qual é a chance de que a última lata de atum que você comeu tenha sido produzida com mão de obra escrava? Se a origem for tailandesa, isso é mais provável do que você imagina. Rastreamos a viagem realizada pelo atum dos mares que rodeiam o país asiático até as prateleiras dos supermercados australianos. Após entrevistar mais de 50 pessoas, algumas delas obrigadas a fazer trabalhos forçados, conseguimos avaliar se as marcas podem dizer que suas cadeias de abastecimento estão livres de mão de obra escrava.

Cientistas confirmam novo “elo perdido” na árvore genealógica da humanidade



Cientistas confirmaram que fósseis encontrados há mais de dez anos na África do Sul representam um "elo perdido" na árvore genealógica da humanidade. De acordo com pesquisadores, o Australopithecus sediba tem conexões próximas com o gênero Homo, que inclui os humanos modernos. Ele representa uma espécie que faz a ponte entre os primeiros humanos e seus antecessores.

O estranho caso do homem que se injetou o próprio sêmen



Nunca faça algo assim, é arriscado para a sua saúde.
A médica Lisa Dunne, do hospital Adelaide e Meath, relata na edição de janeiro do Diário Médico da Irlanda que recebeu um paciente de 33 anos que se queixava de dor severa na parte baixa das costas, que teria piorado depois de levantar um objeto pesado de metal. Enquanto o examinava, a médica notou que o homem tinha uma protuberância no seu braço direito.

Crítica, espírito crítico e outras obviedades


Não poderia me furtar de publicar este belo texto de Mustafá Ali Kanso:
..."Em uma de minhas conferências sobre esse tema, tão comum nas ciências e nas artes, fiquei surpreso ao constatar que boa parte do público presente não tinha clareza sobre o conceito, e entendia a crítica como sendo a “arte de apontar defeitos” ou mesmo algo como um direito insofismável de achincalhar o outro.
Tenho observado, também, em muitas escolas, onde alunos e pais de alunos concorrem em “criticar” o trabalho do professor, principalmente quando chamados à coordenação em virtude do péssimo rendimento escolar, seja pelo mau comportamento em sala de aula, seja pelos resultados desalentadores nos exames.
E nesse caso a “crítica” tem sabor de desforra e produz a ilusão de isenção.
Ao apontar os defeitos do professor, quando não da escola, alguns alunos e pais de alunos acreditam que podem, a partir daí, se eximir do cumprimento de seu papel como protagonistas do processo de ensino-aprendizagem.
Na crença popular essa ideia fica patente com o bordão:
Se meu filho tirou dez – é um gênio! Agora, se tirou zero é porque o professor e/ou a escola não presta!
Esse “criticar” mal executado presta um desserviço à comunidade, pois esvazia seu potencial de aprimoramento, tanto do professor quanto do aluno. Ao mesmo tempo, que, ao banalizar um dos principais direitos e atributos que tem o ser humano, que é o de criticar – expõe o que há de pior no ser humano:

Cientistas descobrem cometa que libera o equivalente a 500 garrafas de vinho por segundo no espaço


Um cometa que libera grandes quantidades de álcool e um tipo de açúcar foi descoberto por uma equipe internacional de pesquisadores. Pode-se dizer que o Lovejoy é quase um drinque que vaga pelo espaço. Pela primeira vez, o álcool etílico, o mesmo presente em bebidas alcoólicas, foi observado em um cometa. Foram ainda descobertas outras 21 moléculas orgânicas diferentes no gás do cometa.
“Descobrimos que o cometa Lovejoy libera quantias de álcool equivalentes a pelo menos 500 garrafas de vinho a cada segundo durante seu pico de atividade”, disse Nicolas Biver, do Observatório de Paris, ao site Phys.org, principal autor de um artigo sobre o achado, publicado na revista Science Advances.