O Paradoxo da Unificação - Quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis do Autismo
O paradoxo da unificação: quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis e acirra a disputa por voz, recursos e políticas p...
-
Decisão do TRF-5 expõe arbitrariedade do Estado ao reter medicamentos essenciais de pacientes com prescrição médica; desembargador cla...
-
A disputa pelo comando da comissão provisória do Partido Liberal em Colombo ganha contornos dramáticos após a direção estadual anular dir...
-
O cenário político no Paraná apresenta um fenômeno singular às vésperas da corrida eleitoral de 2026. De um lado, um governador que oste...
Faça todo o Brasil entrar nesta onda
Sugestão para o “povo nas ruas” não dispersar.
Aprovação já :
“CANDIDATOS AVULSOS”, sem partido político.
Ganhamos a primeira batalha (a do R$.0,20) , mas perdemos o gancho : “aumento de tarifa de ônibus”.
A exclusão dos partidos nas passeatas foi outro ponto que a maioria concordou. FORA AS BANDEIRAS DE PARTIDOS com os dizeres
“Vocês não nos representam”
Partidos políticos no Brasil, são quadrilhas, são firmas com donos.
Ao assumirem o poder empregam todos os que trabalharam nas campanhas e ainda vão buscar mais colocações, para filiados e para os partidos que coligaram. Empossados, no poder, dão obras, burlando a legislação, para as firmas que financiaram as campanhas dos partidos .
De acordo com o art. 95, parágrafo único, inciso III, da Constituição Federal:
"Aos Juízes é vedado dedicar-se à atividade político-partidária".
Sendo assim um exemplo : o nosso Ministro Joaquim Barbosa não pode ser candidato a presidente do Brasil.
Qualquer cidadão honesto - para ser candidato em 2014, - terá de entrar para alguma das quadrilhas já montadas e se sujeitar as suas regras e seus donos!
CAMPANHA : “candidatos avulsos já em 2014” (sugestão: Guilhobel)
