O Paradoxo da Unificação - Quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis do Autismo
O paradoxo da unificação: quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis e acirra a disputa por voz, recursos e políticas p...
-
Decisão do TRF-5 expõe arbitrariedade do Estado ao reter medicamentos essenciais de pacientes com prescrição médica; desembargador cla...
-
A disputa pelo comando da comissão provisória do Partido Liberal em Colombo ganha contornos dramáticos após a direção estadual anular dir...
-
O cenário político no Paraná apresenta um fenômeno singular às vésperas da corrida eleitoral de 2026. De um lado, um governador que oste...
Filho de ex-viceprefeito do PR e viceprefeita do PMDB "rasga dinheiro" em balada
Um vídeo que circula nas redes sociais mostra o filho da vice-prefeita do município de Várzea, Cleide de Carvalho( PMDB), e do ex-vice-prefeito de Parnamirim, Epifânio Bezerra (PR), rasgando uma nota de R$ 100. Eni Augusto de Carvalho foi filmado em uma boate que fica em Natal e o vídeo foi publicado no YouTube. Vários outros vídeos com o rapaz estão publicados no Youtube, todos mostrando Eni ostentando com dinheiro e bebidas caras.
No vídeo, antes de rasgar a nota de R$ 100, o rapaz mostra a cédula para quem está gravando e diz "bando de liso". No Nordeste, o termo "liso" quer dizer pessoa sem dinheiro.
Em contato com a Inter TV Cabugi, Eni reconheceu que “não deveria ter feito isso”, mas disse estar “em um momento de euforia com os amigos”. Eni disse ainda que para manter o padrão de vida que tem os pais trabalham das 7h às 22h.
A reportagem, Epifânio Bezerra, pai de Eni e ex-vice-prefeito de Parnamirim, disse que não apoia a atitude do filho e que está constrangido com a situação. "Eu não aprovo essa atitude dele. Tem uma turma que fica com essas brincadeiras, cada um querendo aparecer mais do que o outro. Ele é maior de idade, mas não foi essa a educação que demos a ele. Sempre construí minha vida dentro da ética. Ele está arrependido, não sabia que ia ter essa repercussão. Termina nos afetando na parte emocional e social, sou pai e sei o que estou sentindo", disse. A reportagem tentou entrar em contato com a prefeitura de Várzea por telefone, mas até a publicação desta reportagem, a vice-prefeita Cleide de Carvalho não foi localizada.
O juiz Luiz Cândido Villaça, da vara Criminal de Caicó, diz que rasgar dinheiro é crime. "O valor intrínseco, que é o valor de face, imprenso no papel moeda é de propriedade do particular. O papel, visto como objeto, coisa, pertencente ao Estado e, portanto, quem rasga dinheiro, além de praticar um ato de vandalismo e ofender o senso comum da sociedade, ainda pratica o crime de dano qualificado, já que destrói patrimônio pertencente ao estado", disse. A pena é detenção de seis meses a três anos e multa.
Com G1 RN
