O Paradoxo da Unificação - Quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis do Autismo

  O paradoxo da unificação: quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis e acirra a disputa por voz, recursos e políticas p...

Dilma e Marina polarizam debate do SBT, em clima de 2º turno

Dilma e Marina polarizam o debate

Pela primeira vez, Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva (PSB) se enfrentaram, cara a cara, depois de aparecem empatadas nas pesquisas. Como foi seu desempenho ao vivo? Qual foi a estratégia de Aécio Neves (PSDB) para recuperar espaço? Será que mais uma vez os lanterninhas - Luciana Genro (PSOL), Eduardo Jorge (PV), Levy Fidelix (PRTB) e Pastor Everaldo (PSC) - roubaram a cena?
Veja como foi:


Dilma pergunta a Marina de onde ela cortará R$ 140 milhões como prometeu.
Marina: "Os compromissos serão assumidos a partir dos esforços que vamos fazer para o nosso país volte a ter eficiência nos gastos públicos. Temos desperdício em projetos que estão desencontrados. A sociedade paga muito alto para que as escolhas que são feitas sejam sempre feitas de maneira errada. Não vamos fazer as escolhas erradas".
Dilma: "Quero dizer que a Senhora falou, falou e não respondeu as perguntas. O montante prometido pela senhora é o equivalente a quase tudo o que se gasta em saúde e educação. E olha que triplicamos esse valor. É incrível que a senhora abandone o dinheiro investido no pré-sal"
Eduardo Jorge pergunta a Dilma Rousseff sobre a superlotação das penitenciárias.
Dilma responde: "Eu concordo com você. O governo federal dispôs a Estados e municípios mais de 1 bilhão de reais para melhorar o sistema. Estou propondo uma mudança na Constituição. Pretendemos adotar um modelo de muito sucesso, que é a integração das polícias com o apoio das Forças Armadas".
Eduardo Jorge rebate: "O erro é você só investir na privação da liberdade, não no semiaberto, no aberto para permitir a reintegração. O sistema é bárbaro. Quarenta por cento dos presos não foram julgados".
Dilma responde: "Nós temos de criar uma linha para recuperar presos. Nós temos de acelerar os processos penais. Ele não tem defesa e nem sabe a pena que tem".
Luciana Genro, do PSOL, pergunta a Aécio Neves, do PSDB, sobre o fator previdenciário. "Essa política te unifica com o PT?"
Na primeira parte do debate, que começa agora, os candidatos farão perguntas entre eles. A mediação é do jornalista Carlos Nascimento. Dilma Rousseff será a primeira a perguntar.
Debate começa, e as piadas no Twitter também. Levi Fidélix e Eduardo Jorge são mais conhecidos como "Seu Barriga" e "Senhor Madruga" nas redes sociais. >

RAIO-X DOS CANDIDATOS
Em número de seguidores no Facebook, Marina Silva é líder entre os três principais candidatos. Dilma está na lanterninha:

Marina Silva:
1.604.103 fãs
1.841.454 pessoas falando sobre


Aécio Neves:
1.240.631 fãs
517.047 pessoas falando sobre


Dilma Rousseff:
1.007.276 fãs
419.004 pessoas falando sobre
Aécio Neves responde Genro: "Estamos discutindo reajustes mais dignos do poder de compra. Já apresentamos uma proposta de incluir o que já está estabelecido, um reajuste médico baseado na cesta de medicamentos".
Luciano Genro rebate: "O PSOL defende o fim do fator previdenciário e a vinculação das aposentadorias ao aumento da inflação".
Aécio Neves responde: "Vamos fazer o Brasil voltar a crescer"
Aécio Neves, do PSDB, pergunta a Eduardo Jorge, do PV, sobre o que ele acha sobre a atual política econômica do governo da presidente Dilma Rousseff.
RAIO-X DOS CANDIDATOS

O total de seguidores dos candidatos menos cotados é bem inferior. Pastor Everaldo sai na dianteira (mas está em antepenúltimo em citações e menções na rede):
Pastor Everaldo:
303.159 fãs
11.677 pessoas falando sobre

Luciana Genro:
80.518 fãs
87.542 pessoas falando sobre

Eduardo Jorge:
27.319 fãs
23.145 pessoas falando sobre

Levy Fidelix:
17.123 fãs
5.917 pessoas falando sobre
Marina Silva, do PSB, pergunta ao Pastor Everaldo, do PSC, sobre a falta de saneamento básico no Brasil.
Pastor Everaldo responde: "Sabemos que o pacto federativo está distorcido. A família brasileira não tem sido afetada apenas pela carência de saneamento. Ela está sendo agredida e vilipendiada. Hoje, saneamento é um problema sério. Na esquina o cidadão não pode sair. Os assassinos estão à solta. Nós, do PSC, defendemos que a família precisa ser preservada".
Marina Silva rebate: "Nós, do PSB, priorizaremos o tratamento do esgoto".
Pastor Everaldo responde: "Nós faremos um novo pacto federativo para poder atender às demandas dos cidadãos, aumentando o fundo de participação dos municípios".
Pastor Everaldo, do PSC, pergunta para Levy Fidelix, do PRTB, sobre segurança pública.
Levy Fidelix responde: "A segurança pública é um problema. A nossa polícia militar, os nossos policiais civis ganham pouco e esperam vários anos para poder ter uma condição econômica de sobrevivência. Temos de resolver essa questão, direcionando mais dinheiro para as penitenciárias e combatendo o narcotráfico".
Levy Fidelix responde: "Aqueles que praticam o ciclo da morte devem ser punidos com a maioridade penal reduzida".
A primeira pergunta ao candidato PSC, Pastor Everaldo, no #debatesbt foi de Marina Silva, a respeito de saneamento básico. E assim que ele começou a responder, vieram as primeiras piadas com o candidato.
Pastor Everaldo: "Vamos fazer uma força tarefa para que esses adolescentes que matam, estupram e roubo tenham a punição necessária".
Levy Fidelix, do PRTB, pergunta a Luciana Genro, do PSOL, sobre a política econômica vigente no Brasil.
Luciana Genro responde: "A conta de juros é um desequilíbrio. Quarenta por cento do orçamento do Brasil vão sustentar as 5 mil famílias mais ricas. O Brasil faz há 20 anos superávit primário. O que significa isso? Que o dinheiro do povo é economizado para sustentar as famílias. Uma política que só concentra renda e prejudica os mais pobres. Enquanto isso, a saúde não recebe nem 5% do orçamento do Brasil. A segurança pública, muito menos. O PSOL defende uma auditoria pública".
Após os primeiros 30 minutos do #debatesbt, já tem gente reclamando do conteúdo das perguntas e das respostas dos candidatos.
RAIO-X DOS CANDIDATOS:
A equipe de Marina Silva é, disparado, a mais ativa nas redes sociais.
Nos últimos dois dias, o perfil da ex-senadora no Facebook fez mais de 500 postagens, que renderam 60867 likes e 813 comentários.
Levy Fidelix: "Eu pretendo como você fazer uma auditoria da gestão pública imediatamente".
Luciana Genro: "Os três irmãos siameses não irão ao centro do problema, eles só querem seu voto. O PSOL defende uma revolução na estrutura tributária no país. A maior parte da arrecadação vem da base da pirâmide social. Queremos regulamentar o imposto sobre as grandes fortunas".
Na segunda parte do debate, mediada pelo jornalista Carlos Nascimento, do SBT, os jornalistas vão fazer pergunta.
A grande polêmica da semana foi a alteração, em menos de 24h, do capítulo sobre homossexuais e transexuais do programa de Marina Silva.
Entre a publicação original e a retificação, o pastor Silas Malafaia publicou o seguinte, via Twitter:

Entre os trechos eliminados estavam compromissos com a aprovação da lei de identidade de gênero e alteração de nome e sexo na documentação de transexuais e aprovação de leis que criminalizam a homofobia e regulamentam o casamento gay. A proposta de material didático "destinado a a conscientizar sobre a diversidade de orientação sexual e às novas formas de família" também sumiu.
Segundo a campanha de Marina,
Em nota divulgada pela campanha, o texto inicial foi uma "falha processual na editoração" e "não retrata com fidelidade os resultados do processo de discussão sobre o tema durante as etapas de formulação do plano de governo".
Jornalista pergunta a Marina Silva: "A senhora recebeu R$ 1,6 milhão por palestras nos últimos três anos. Essa cláusula de confidencialidade faz parte da "nova política" que a senhora prega?"
Marina Silva responde: "Há de se fazer uma separação entre a minha vida privada e política. Eu não tenho o menor problema de revelar quais são as empresas que me contrataram. Eu dei mais de 200 palestras gratuitas. Se as empresas que contrataram meu serviço quiserem revelar que me contrataram, quanto a mim não há nenhum problema".
Marina Silva: "A Receita Federal é testemunha de que eu pago todos os meus impostos com transparência. É preciso fazer um comparativo com outras lideranças políticas que, como eu, recebem por palestras. Não podemos ter dois pesos e duas medidas"
Jornalista pergunta a Dilma Rousseff sobre economia. "O eleitor segue incapaz de reconhecer as qualidades de seu governo?"
Dilma Rousseff responde: "Não estamos em recessão. Economia internacional não se recuperou da crise. Estados Unidos teve crescimento negativo no primeiro trimestre. O Japão e a Alemanha, nesse segundo trimestre. A nossa diferença é que não enfrentamos a crise nem reduzindo nem arrochando salários".
Marina Silva: "Candidata Dilma não reconhece os erros. Ela se elegeu dizendo que ia controlar a inflação, estimular o crescimento e baixar os juros. Tudo o que não temos hoje. A população paga um preço alto pela falta de serviços".
Jornalista pergunta a Aécio Neves sobre se o PSDB é tolerante com a corrupção.

Aécio Neves responde: "A marca do PSDB é a da austeridade. É preciso que a Justiça dê seu veredicto final. Vamos construir para o Brasil um novo ciclo de governança. Absolutamente transparente, competente, que valorize a meritocracia, todas as denúncias devem ser investigadas. Nós, homens públicos, devemos estar à disposição para prestar qualquer tipo de esclarecimento. Tenho convicção que o Brasil a partir de janeiro do ano que vem viverá em um novo ciclo".
Dilma responde Marina e Aécio no #debatenoSBT, mas os críticos não perdoam a "falta de habilidade" da atual presidenta no discurso.
Dilma Rousseff: "A corrupção jamais foi varrida para debaixo do tapete".
Aécio Neves: "Todas as denúncias [do PSDB] foram apresentadas ou pela imprensa ou pela Polícia Federal. Nossa principal empresa pública tem seu principal diretor preso."
Jornalista pergunta a Eduardo Jorge sobre as inconsistências do PV em 2010 e em 2014.
Eduardo Jorge responde: "As propostas (descriminalização do aborto e legalização das drogas) continuam no programa do PV. Fui eu o primeiro que discutiu o assunto"
Marina Silva rebate: "Eduardo Jorge retratou com respeito o que aconteceu em 2010. Eu pessoalmente não defendo o aborto. O que eu acredito é que esse debate precisa ser feito com muito cuidado. Não é fácil, envolve questões éticas, filosóficas e espirituais. O que eu quero é fazer o debate é para que a gente possa através de um plebiscito resolver essa questão".
Jornalista pergunta a Pastor Everaldo sobre o processo a que o candidato do PSC responde por agressão e sobre violência doméstica contra mulher.
#debatenoSBT domina os trending topics brasileiros no Twitter. Candidata Luciana Genro é a mais bem cotada na rede social.
Pastor Everaldo responde: "Fui casado com uma mulher maravilhosa. Mas não tive o mesmo êxito que meus pais. Sou uma pessoa que luta pela família. Nunca agredi ninguém"
Pastor Everaldo: "Quero reafirmar meu compromisso com a família tradicional. Numa sociedade, a fortaleza de suas famílias depende do casamento entre homem e mulher. Sou claro e coerente nas minhas defesas".
Jornalista pergunta a Luciana Genro se as propostas econômicas da candidata não são "atrasadas" e "populistas".
Luciana Genro: "Meu papel é defender os interesses do povo. Os três irmãos siameses com a mesma política"
Aécio Neves rebate: "Ninguém pode ter o monopólio dos interesses do povo. Meu compromisso é voltar a fazer o Brasil crescer. Estou não apenas preparado para vencer as eleições, mas para governar o Brasil."
Luciana Genro responde: "A economia real está sofrendo com a "financeirização" defendida pelo PT, pelo PSDB e pela Marina".
O #debatenoSBT agora domina os trending tropics mundiais. São 522 tweets por minuto sobre o assunto.
Jornalista pergunta a Levy Fidelix se o partido PRTB vive apenas do fundo partidário.

Levy Fidelix responde: "Isso é uma calúnia. Você é um representante da mídia vendida"
Eduardo Jorge responde: "Eu não tenho nada a ver com isso".
Levy Fidelix responde: "Tenho certeza absoluta que sairemos daqui muito mais fortes. Nosso partido só tem crescido. Muito obrigado pelo ponto fora da curva".
Enquanto os debatedores falam, Marina... tuíta (?!)
Logo após ser perguntada sobre relatos de que teria ganho mais de R$ 1 milhão com palestras - enquanto a presidente Dilma Rousseff fazia sua réplica - o perfil de Twitter da candidata do PSB à presidência soltou algumas frases reafirmando sua resposta:

Entre Aécio, Dilma e Marina, quem aparece mais no Twitter?
Abaixo, a resposta:

Nos últimos 30 dias, Dilma apareceu mais de 8 mil vezes, enquanto Aécio apareceu mais de 5.4 mil e Marina foi citada 2.8 mil vezes.
Na terceira parte do debate, os candidatos voltarão a fazer perguntas aos adversários.
Candidato do PV, Eduardo Jorge já virou o preferido do público no Twitter.
A primeira pergunta é da candidata Dilma Rousseff. Ela pergunta a Marina Silva, do PSB, sobre a importância do pré-sal.
Marina Silva: "O pré-sal é uma riqueza que precisa ser explorado com o maior cuidado. Mas temos de buscar novas fontes de energia. O Brasil é campeão. Tem um grande potencial de energia eólica, solar e de biomassa." 
Dilma Rousseff responde: "O pré-sal é um passaporte para o nosso futuro. É mais de R$ 1 trilhão de que não podemos abrir mão. O petróleo não pode demonizado".
Luciana Genro, do PSOL, pergunta a Marina Silva, do PSB, sobre a inflação. "Você é a segunda via do PSDB?"
Marina Silva responde: "Inflação foi negligenciada durante o governo PT. Queremos recuperar sim o tripé da política macroeconômica. Isso não quer dizer que sou segunda via. O que eu tenho dito é que vamos manter as conquistas econômicas do Fernando Henrique Cardoso e as conquistas sociais de Lula".
O candidato Eduardo Jorge, do PV, confere um toque de humor ao debate, como a gente registrou no nosso Facebook:

O candidato Aécio Neves ficou durante algum tempo sem responder perguntas no #debatenoSBT e isso já começou a gerar comentários no Twitter.
Levy Fidelix, do PRTB, pergunta a Aécio Neves, do PSDB, como o tucano vai solucionar o congestionamento das grandes cidades.
Aécio Neves responde: "Esse é um tema caro para todo o país. Fazer parceria com Estados e municípios. O governo atrasou as parcerias e repasses. Os trens e transporte só habitam o programa eleitoral do PT. Depois de 12 anos de governo, a grande maioria das obras de mobilidade não está pronta. Temos que pensar em sustentabilidade. A mobilidade sobre trilhos é um caminho, que serve para São Paulo, mas não serve para outros lugares do país."
Levy Fidelix rebate: "A candidata implementou a desoneração da cesta pública. O aerotrem, nós havíamos proposto: PRTB, Levy Fidelix. E sabemos que essa questão de transporte de cargas e transporte de passageiros é uma questão muito cara para nós.
Aécio Neves responde: "Hoje, depois de 12 anos, sequer temos o marco regulatório do setor ferroviário aprovado. O Brasil abriu mão dos segmentos ferroviário e hidroviário".
Nossos leitores de Facebook se mostaram divididos quanto ao efeito das pesquisas sobre seu voto:

Estudantes e jornalistas são os principais seguidores dos presidenciáveis no Twitter.
Veja o quadro com as palavras-chave mais presentes nas biografias dos seguidores de Marina, Dilma e Aécio (nesta ordem):

Na briga por eleitores no Twitter, Dilma está em primeiro lugar disparado, com mais que o dobro da soma dos seguidores de Marina e Aécio. É a atual presidente também quem mais posta na rede social:
Entre os lanterninhas, Luciana Genro é líder em seguidores no Twitter, seguida por Eduardo Jorge, Levy Fidelix e Pastor Everaldo:
Eduardo Jorge pergunta a Aécio Neves se ele concorda em baixar os juros ao nível da inflação.

Dilma Rousseff para Aécio: "Candidato, você tem memória fraca. O metrô de BH é feito em parceria entre o governo federal, o governo de Minas Gerais e a iniciativa privada. Temos metrôs sendo feitos em nove capitais brasileiras".
Aécio Neves rebate: "São as mesmas propostas de quatro anos atrás. O governo da senhora sucumbe às necessidades de fazer parceria com a iniciativa privada. O governo da presidente Dilma Rousseff fracassou como fracassou em diversas áreas".
Dilma Rousseff responde: "Não é uma questão trivial. Foram R$ 140 milhões investidos. Acho estranhíssimo. Talvez o senhor não tenha estudado isso direito. Todas as obras de mobilidade urbana foram feitos com recursos de governo federal".
Aécio Neves para Eduardo Jorge: "Concordei com a análise da conjuntura. A nossa mudança é consistente, verdadeira, com começo, meio e fim. Quero retomar o fortalecimento e a profissionalização das agências reguladoras para melhorar o Brasil".
Pastor Everaldo, do PSC, pergunta a Levy Fidelix, do PRTB, sobre corrupção.
E nossos internautas se divertiram com a tirada do candidato Eduardo Jorge (PV), que, pelo segundo debate consecutivo conseguiu roubar a cena em alguns momentos através do bom humor.
O @GreenpeaceBR lembrou um tema que ainda não foi citado no #debatenoSBT
E se o debate é no SBT, ele não poderia deixar de aparecer na pauta - os twitteiros fizeram questão de lamentar uma ausência: Silvio Santos.
Marina para Dilma: "O que deu errado no seu governo?"
Dilma Rousseff responde: " O que deu certo no meu governo é que tiramos 36 milhões de pessoas da pobreza e elevamos 40 milhões para a classe média. Há uma contradição de uma política macroeconômica ligada a interesses de arrochar salários, aumentar tarifas e atender interesses. O cobertor é curto. Sem apoio político, sem discussão e sem negociação, a Sra não consegue aprovar os grandes programas do Brasil. Eu apostei na governabilidade, nunca negociei os interesses do Brasil. Ganhei e perdi, mas sem apoio do Congresso Nacional, é impossível governar. Quem escolhe os bons, é o povo brasileiro, por meio da eleição."
Marina Silva rebate: "Exatamente o que eu disse mais de uma vez. A presidente tem dificuldade de reconhecer os erros de seu governo. E com isso passa uma relação de desconfiança em seu próximo mandato. Esse governo, com políticas erráticas, a autonomia de fato fosse completamente depreciada. Essa postura de que está tudo colorido não ajuda".
Dilma Rousseff responde: "Frases de efeito e frases genéricas. Tem muita coisa para fazer no Brasil. Eu sei disso porque eu tentei fazer todos os programas de educação, saúde, mobilidade urbana e segurança".
O debate chega às considerações finais
Pastor Everaldo: "Você, dona de casa que vai ao hospital e fica dois meses para ser tratada, você que não tem mobilidade urbana, os recursos para cuidar disso foram drenados pela corrupção. Daí, não sobra dinheiro para a educação para a saúde. A frase é que nunca se prendeu tanto nesse país, mas isso acontece porque nunca houve tanta corrupção?"
Levy Fidelix: "Todo o povo pede socorro, ninguém aguenta mais as pessoas na porta dos hospitais, um jovem que quer mudar de vida. Um aposentado que não pode comprar remédio. Que consciência tem vocês. Eu estou nessa campanha p
Eduardo Jorge: "Agradeço ao convite da coligação SBT, Folha, UOL e JP. Mas nesse 1 minuto que eu tenho aqui é o que eu tenho na TV para debater essas teses difíceis. Foi assim que criamos o PV. Quando acabar, eu continuo na Internet ao vivo para quem quiser conversar comigo. Quero ter a oportunidade de discutir e ouvir ideias".
Levy Fidelix: "Queremos mudanças. Quero ser a consciência cívica. Estou aqui para defender o povo. Ou mudar ou mudar. E vamos para a próxima oportunidade"
Marina Silva: "Tenho dito que não são as velhas estruturas que vão ganhas as eleições. É fundamental que cada brasileiro não perca a esperança. Tenho dito que não sou pessimista nem otimista, mas persistente. Tenho aprendido isso com o povo brasileiro. Quero ser presidente do Brasil para que você volte a acreditar na política e não pensar que a inteligência de um possa ser maior do que a inteligência de todos".
Dilma Rousseff: "Quando eu defendo com ênfase as realizações do meu governo, não quer dizer que estou satisfeita. Acredito em um Brasil mais inclusivo, mais moderno e competitivo. Precisamos garantir estímulos aos empreendedores. Quero dizer que mais do que nunca eu acredito no Brasil e nos brasileiros. Peço seu voto para o Brasil continuar avançando."
Aécio Neves: Cumprimento os organizadores e os demais candidatos. Ficou absulatmente claro que temos dois campos políticos. O do governismo, que recebeu o governo melhor do que vai entregar. Depois temos o campo das mudanças, com várias alternativas. Respeito a candidata Marina, mas ela não consegue superar as contradições em seu projeto. Eu sou o candidato que representa a mudança segura, em que se sabe onde ela vai nos levar.
Luciana Genro: As lutas do nosso povo, principalmente da juventude, mostra que todos querem mais direitos. Ninguém aceita mais casos como o do Amarildo e da Cláudia. Não se aceita mais menos direitos para a comunidade LGBT. Jogar o voto fora é votar em um candidato que pode ganhar e vai te decepcionar. Direitos humanos não se negocia, direitos sociais não se entregaÉ preciso ter lado, nós estamos ao lado do povo e pedimos o seu voto, 50.

#DebateNoSBT termina com algumas pessoas querendo mais... dos candidatos e do debate em si.

Pastor Everaldo: Eu defendo a vida do ser humano desde a sua concepção. Sou contra o aborto, contra a legalização das drogas, sou a favor da família tal como está na Constituição; casamento é entre homem e mulher. Defendo o Estado mínimo. Sou favorável à livre concorrência e à liberdade de imprensa sem marco regulatório. Deus abençoe você, Deus abençoe a sua família e Deus abençoe o nosso querido Brasil.

segunda-feira, 01 setembro 2014 19:40:04 BRT