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Coluna do Requião Filho - O governo Richa é um novelo de corrupção
As estranhas relações políticas do governador Beto Richa têm se mostrado preocupantes e comprometedoras. Ao longo dos últimos anos, seus parceiros de governo têm se metido em enrascadas e negócios que mais parecem uma grande teia, um emaranhado de novelo de lã desfeito, que começou a ser desenrolado, mas se entrelaçou no canto da sala e se enrosca ainda mais, cada vez que mexemos nele.
Está tudo interligado! É uma rede de contatos tão grande, que fica difícil achar o começo do fio, o princípio de tudo. São doadores de campanha, empresas suspeitas, secretários, parceiros de corrida, de tênis, de tudo quanto é tipo.
Parece que todas as pessoas próximas ao governador, algumas que o acompanham desde a Prefeitura de Curitiba, estão acabando envolvidas em grandes escândalos. Até o secretário da Copa, que esteve preso, foi assessor direto do Beto quando este era prefeito.
Agora, denúncias levam a crer que a empresa responsável por angariar milhões em licitações do estado tem no seu comando uma laranja.A empresa nem sequer levantou as obras do chão, ou estão longe de serem concluídas. Incluem-se aqui escolas em Campina Grande do Sul, que já deveriam ter sido concluídas em fevereiro deste ano, e o Parque do Monge na Lapa, local que ainda corre o risco de ser privatizado pelo Estado.
São escândalos como estes que poderiam ser esclarecidos, se o Sr. Jaime Sunye fosse autorizado a vir a esta Casa responder aos nossos questionamentos. Mas não foi! O governo não deixou, óbvio! Não vai dar o caminho dos fios enrolados, para chegarmos ao início do novelo. Agora não é possível que os senhores deputados não fiquem curiosos para saber mais sobre estas nomeações de amigos suspeitos do governador. Fica difícil dar uma resposta ao povo do Paraná e atuar como um poder independente, tal qual deveríamos ser aqui na Assembleia Legislativa.
Agora #FicaADica aos deputados da Casa: se desvencilhem deste governo para que, em breve, tenhamos alguma resposta sobre o que acontece nesse mar de lama.
Requião Filho
