O Paradoxo da Unificação - Quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis do Autismo
O paradoxo da unificação: quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis e acirra a disputa por voz, recursos e políticas p...
-
Decisão do TRF-5 expõe arbitrariedade do Estado ao reter medicamentos essenciais de pacientes com prescrição médica; desembargador cla...
-
A disputa pelo comando da comissão provisória do Partido Liberal em Colombo ganha contornos dramáticos após a direção estadual anular dir...
-
O cenário político no Paraná apresenta um fenômeno singular às vésperas da corrida eleitoral de 2026. De um lado, um governador que oste...
Apitaço do MBL no STF pode ter efeito inverso
Inconsoláveis com a decisão do STF que permite o fatiamento das ações penais decorrentes da Operação Lava Jato, e consequentemente subtraem do juiz Sergio Moro e do ministro Teori Zavascki (no caso dos que têm foro especial) o monopólio dos processos, alguns movimentos de rua programam para esta quarta-feira um apitaço na porta do Supremo Tribunal Federal. Ou o mais próximo que conseguirem chegar das colunas do STF. Anunciam o ato alguns dos grupos que participaram dos últimos protestos contra o governo e a favor do impeachment da presidente.
O que eles desejam é um recuo do STF que garanta toda força a Moro. O que eles não estão levando em conta é a diferença entre um ministro do STF e um deputado ou senador, destes que estão acostumados a intimidar nos protesto e nas escaramuças nos salões do Congresso. Um parlamentar é escravo do voto. Tem medo da rua. Os ministros do STF têm mandato vitalício e se há alguma coisa que detestam é serem pressionados.
Além de não conseguirem a revogação da decisão que tanto entristeceu os adoradores de Moro, inclusive as revistas semanais, o apitaço dos meninos pode levar a maioria do STF a radicalizar no fatiamento da Lava Jato.
Tereza Cruvinel
Brasil 247
