O Paradoxo da Unificação - Quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis do Autismo
O paradoxo da unificação: quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis e acirra a disputa por voz, recursos e políticas p...
-
Decisão do TRF-5 expõe arbitrariedade do Estado ao reter medicamentos essenciais de pacientes com prescrição médica; desembargador cla...
-
A disputa pelo comando da comissão provisória do Partido Liberal em Colombo ganha contornos dramáticos após a direção estadual anular dir...
-
O cenário político no Paraná apresenta um fenômeno singular às vésperas da corrida eleitoral de 2026. De um lado, um governador que oste...
Ateus tendem a ser mais psicopatas – e religiosos menos espertos
Tudo na vida tem dois lados. E não poderia ser diferente quando o assunto envolve religião e ateísmo – mesmo sob a ótica da ciência.
Uma nova pesquisa americana revelou que ateus tendem a apresentar mais traços de psicopatas do que os religiosos. A falta de crença em um ser maior costuma ser coisa de pessoas mais manipuladoras e menos empáticas – o que não faz deles seres humanos terríveis ou piores que os outros.
Por outro lado… os religiosos tendem a ser menos inteligentes.
Aceitar teorias pouco racionais sobre o mundo pode ser um indicativo disso.
Essas diferenças entre os dois grupos têm a ver com o funcionamento do cérebro. Quando os pesquisadores escanearam voluntários perceberam que o cérebro ativa duas áreas diferentes durante o pensamento – uma envolvida com raciocínio crítico e analítico e outra mais ligada à parte social e emocional. É como se essas duas regiões entrassem numa disputa de espaço e domínio – aí uma delas se sobressai.
Entre ateus, a razão vence a batalha. Eles acabam agindo de um jeito mais egoísta, como fazem os psicopatas. Já o lado emocional e social domina os religiosos – e os transforma em pessoas um pouco mais empáticas.
Não se indignem, não dá para ter tudo nessa vida mesmo.
Carol Castro
super
