O Paradoxo da Unificação - Quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis do Autismo

  O paradoxo da unificação: quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis e acirra a disputa por voz, recursos e políticas p...

Por que ainda perguntamos se Jesus foi casado ou não?


A decodificação recente de um texto antigo, que revela Jesus Cristo como o marido de Maria Madalena e pai de dois filhos, reaviva a hipótese de que o messias bíblico foi casado. Esses são os cinco motivos pelos quais ainda nos questionamos sobre o estado civil de Jesus: 

1. A arqueologia bíblica trouxe mais de uma surpresa: é o caso dos papiros descobertos no Egito, em 1945, que exaltam o protagonismo tardio da mulher e dão a entender que Jesus teria tido relações com Maria Madalena. Os textos pertenceram à escola gnóstica, uma antiga vertente do cristianismo.

2. O desejo de recriar um Jesus Cristo à imagem e semelhança: a hipótese que os seres humanos criam sua própria imagem de Jesus, estabelecida há mais de um século pelo teólogo Albert Schweitzer, é verificada através do tempo, com diversos modelos que veem Jesus como um administrador bem-sucedido, um protomarxista ou, como acontece mais comumente, casado e com filhos.
3. Todos os judeus se casam: de acordo com o estereótipo, os homens judeus se casam e têm muitos filhos. Embora esse modelo de vida possa ser aplicado a homens de diversas religiões, a verdade é que, nos tempos de Jesus, existiram comunidades de judeus celibatários, em condições parecidas aos mosteiros da época, como, por exemplo, os essênios.
4. Predileção pelas teorias conspiratórias: assim como no caso do assassinato de John F. Kennedy e o primeiro pouso na Lua, a opinião pública costuma preferir versões alternativas aos relatos oficiais. E a religião não escapa à regra.
5. Revolução feminina: os movimentos que reivindicam os direitos das mulheres crescem no mundo todo. Enquanto as mulheres reclamam maior presença no poder eclesiástico, figuras como a de Maria Madalena surgem como pilares desse processo.

Fonte: seuhistory, The Huffington Post