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Novas evidências derrubam principal teoria sobre o surgimento da Lua
Desde a década de 70, acredita-se na hipótese do “Grande Impacto”, segundo a qual a Lua teria surgido a partir de um choque do protoplaneta Theia com a Terra.
Esta teoria poderia explicar o tamanho da Lua, a baixa presença de ferro em suas rochas, sua distância da Terra, entre outros fatores. A hipótese, no entanto, começou a ser colocada em dúvida em 2001, quando foi demonstrado que a composição das rochas terrestres e lunares era praticamente idêntica, achado que contradiz a teoria do Grande Impacto. Agora, os cientistas Kun Wang e Stein B. Jacobsen, dos EUA, publicaram um relatório que derruba de vez a ideia do Grande Impacto. Ao estudar os isótopos de potássio das rochas terrestres e lunares, eles encontraram as mesmas proporções de potássio-39 e potássio-41. Os pesquisadores também demonstraram que as rochas lunares possuem 0,04% mais potássio-41 que as rochas terrestres, uma diferença que se deve ao fato de a Lua ser resultado da evaporação do manto da Terra após a colisão com Theia, e não uma parte do protoplaneta. Após o impacto violento, o corpo celeste se fundiu com a Terra, gerando uma atmosfera densa na qual foi criado o satélite. “A fusão total dessa atmosfera explica a composição idêntica de isótopos na Terra e na Lua”, explicou Wang.
C&N
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