O Paradoxo da Unificação - Quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis do Autismo
O paradoxo da unificação: quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis e acirra a disputa por voz, recursos e políticas p...
-
Decisão do TRF-5 expõe arbitrariedade do Estado ao reter medicamentos essenciais de pacientes com prescrição médica; desembargador cla...
-
A disputa pelo comando da comissão provisória do Partido Liberal em Colombo ganha contornos dramáticos após a direção estadual anular dir...
-
O cenário político no Paraná apresenta um fenômeno singular às vésperas da corrida eleitoral de 2026. De um lado, um governador que oste...
Fanfarra Municipal de Colombo incentiva crianças e jovens a arte musical
Tirar as crianças e os jovens das ruas, ocupando seu tempo no contra turno escolar oferecendo uma oportunidade para o acesso a música. É esse o projeto social que a Fanfarra Municipal de Colombo (Famcol) busca proporcionar.Na última terça-feira, 08, a Fanfarra foi homenageada na Câmara Municipal de Colombo. “Esses momentos só agregam valor a banda. Nosso objetivo é acolher crianças e jovens e ensinar mais sobre
música, e assim inseri-los no meio musical”, ressaltou o Maestro da Fanfarra, Marcial Siqueira.
Aproximadamente mil alunos já passaram pela Fanfarra e atualmente a banda conta com 468 crianças e adolescentes. Os ensaios são realizados diariamente. No último Campeonato Paranaense de Bandas e Fanfarras – a Famcol conquistou a segunda maior nota – a disputa aconteceu entre 47 bandas.
“A Famcol é minha vida, vivo isso 24 horas por dia”, foi com esta frase que Dafini Camila da Silva de 19 anos, definiu o que a Fanfarra significava para ela. Integrante há seis anos na banda, Dafini já participou de dez competições.
Já Talita Borges de 14 anos, faz parte da Famcol há sete meses e já participou de dois concursos. Ela entrou na banda com o intuito
de apenas conhecer e ter um primeiro contato com a música. “Quero continuar e construir grandes amizades. Sinto-me acolhida aqui”, disse.
Os pais também participam dos ensaios e ajudam na preparação dos lanches para os integrantes. Vera Lucia da Silva, é mãe de Paulo Eduardo de 12 anos, há dois anos ele faz parte da banda. Para ela, a Famcol apareceu em um momento complicado e mudou totalmente a vida dos dois. “Preencheu nosso tempo numa fase difícil. Nós estávamos muito tristes, ele só ficava no quarto trancado e estava entrando em depressão. A fanfarra fez com que ele esquecesse os problemas e mudasse de comportamento, hoje ele é feliz”, disse Vera, que também já arriscou tocar duas vezes em companhia de outros pais.
Mais informações sobre o trabalho da prefeitura em:
FACEBOOK: facebook.com/pmdecolombo
Foto: Gilberto Espindola/ Divulgação
