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Cientistas conseguem criar novas extremidades em animais e querem testar em seres humanos
Entre as conquistas do Dr. Michael Levin, da Universidade Tufts, de Massachusetts, nos EUA, estão algumas tão impressionantes como dar vida a girinos com olhos em suas costas ou criar rãs com 6 patas.
Em 2015, ele conseguiu fazer com que vermes platelmintos desenvolvessem características incríveis e cérebros típicos de outras espécies. Neste ano, ele fez inclusive experimentos com lasers para reprogramar células cancerígenas e torná-las benignas.
O pesquisador espera, agora, poder levar algumas de suas conquistas aos seres humanos, ajudando, por exemplo, a regenerar extremidades que foram mutiladas. Seu método consiste em modificar, por meio da utilização de ferramentas microscópicas como as neurotoxinas, o fluxo de moléculas que se deslocam pelos canais iônicos (proteínas ocas que revestem a superfície celular e permitem a passagem das moléculas carregadas). Essa manipulação possibilita a criação dos espécimes mais estranhos.
No entanto, há divergências sobre o projeto controverso de Levin. Alguns especialistas questionam seus métodos, como seu ex-mentor Cliff Tabin, que levantou dúvidas sobre o modo de controlar o processo quando se está projetando a lógica do sistema. Enquanto isso, o engenheiro biomédico do Instituto de Sistemas Biológicos da Universidade de Yale Andre Lévchenko afirmou que “não temos conhecimento suficiente sobre o potencial elétrico celular”. Levin admitiu que se está apenas começando a entender as propriedades elétricas que codificam os padrões de memória dos tecidos e que provocam as mudanças morfológicas.
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