O Paradoxo da Unificação - Quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis do Autismo
O paradoxo da unificação: quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis e acirra a disputa por voz, recursos e políticas p...
-
Decisão do TRF-5 expõe arbitrariedade do Estado ao reter medicamentos essenciais de pacientes com prescrição médica; desembargador cla...
-
A disputa pelo comando da comissão provisória do Partido Liberal em Colombo ganha contornos dramáticos após a direção estadual anular dir...
-
O cenário político no Paraná apresenta um fenômeno singular às vésperas da corrida eleitoral de 2026. De um lado, um governador que oste...
Juiz decide que gif foi usado como arma letal
Sentado frente ao computador, um jornalista norte-americano sofre um ataque epilético logo após acessar sua conta do Twitter. Na cena, além da vítima, a arma do crime: um tweet com uma imagem em formato GIF.
A decisão de um juiz de Dallas, capital do Texas, colocou pela primeira vez as imagens animadas na categoria ocupada por armas de fogo. E transformou uma “brincadeira” de internet em tentativa de homicídio.
Kurt Eichenwald, que trabalha para a revista Newsweek, sofre de epilepsia. A doença faz com que um simples contato visual com imagens muito coloridas, que piscam com frequência, ou uma sequência rápida de quadros repetidos, desencadeie perturbações profundas nas células nervosas – o que pode provocar convulsões e desmaios. A imagem que o jornalista recebeu em dezembro do ano passado tinha exatamente essas características, além dos dizeres “You deserve a seizure” (Você merece ter uma convulsão, em inglês).
Guilherme Eler
super
