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O pré-histórico mamute-lanoso será ressuscitado
Depois de 4,5 milhões de anos extintos, os mamutes-lanosos poderão voltar à vida em um breve período de dois anos. Graças ao projeto Wolly Mammoth Revival, desenvolvido por cientistas da Universidade de Harvard, a realidade poderá imitar a ficção, ressuscitando animais pré-históricos, que, hoje em dia, vemos somente nos cinemas.
Os cientistas conseguiram criar embriões híbridos, combinando as amostras de DNA recuperadas de restos congelados de mamutes no Ártico com as de seu parente vivo mais parecido, o elefante asiático. O resultado (chamado popularmente de “mamofante”) conservará as características gerais do elefante atual, mas com traços reconhecíveis do mamífero pré-histórico (como orelhas pequenas, gordura subcutânea, pelos longos e sangue adaptado ao frio).
Isso é possível graças a uma técnica inovadora chamada CRISPR/Cas9, que permite modificar qualquer setor do genoma desses animais, removendo, adicionando e combinando genes ou sequências específicas de seu DNA. “Falta só investigar como gestar o ‘mamofante’ em um útero artificial, uma vez que não seria razoável colocar em risco a capacidade reprodutiva de uma espécie em risco de extinção, como o elefante asiático”, afirmou George Church, líder da equipe de Harvard.
O sucesso do projeto, segundo Church, pode ser de grande utilidade na luta contra a mudança climática. A presença dos mamutes poderá ajudar a impedir que a tundra descongele, já que suas pegadas na neve permitirão a entrada de ar frio, evitando que grandes quantidades de gás metano, presente na região, sejam emitidas na atmosfera.
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