O Paradoxo da Unificação - Quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis do Autismo
O paradoxo da unificação: quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis e acirra a disputa por voz, recursos e políticas p...
-
Decisão do TRF-5 expõe arbitrariedade do Estado ao reter medicamentos essenciais de pacientes com prescrição médica; desembargador cla...
-
A disputa pelo comando da comissão provisória do Partido Liberal em Colombo ganha contornos dramáticos após a direção estadual anular dir...
-
O cenário político no Paraná apresenta um fenômeno singular às vésperas da corrida eleitoral de 2026. De um lado, um governador que oste...
Meirelles fracassa e cria o maior rombo da história
A Secretaria do Tesouro Nacional divulgou nesta terça-feira, 29, que o governo de Michel Temer apresentou um déficit primário nas contas de R$ 20,15 bilhões somente no mês de julho deste ano. É o maior rombo nas contas públicas em um mês desde 1997, início da série histórica.
No acumulado dos sete primeiros meses deste ano, as contas do governo registram um déficit fiscal de R$ 76,27 bilhões - no que também foi o pior resultado para este período em 21 anos.
De acordo com o Tesouro Nacional, as receitas totais recuaram 1,3% em termos reais (após o abatimento da inflação) de janeiro a julho deste ano, para R$ 773 bilhões. Ao mesmo tempo, as despesas recuaram 0,2% na comparação com os sete primeiros meses do ano passado, para R$ 713,55 bilhões.
Os dados oficiais mostram que o governo também diminuiu fortemente o pagamento de investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e do Minha Casa, Minha Vida, para R$ 12,6 bilhões, de janeiro a julho deste ano. No mesmo período de 2016, os gastos esses investimentos somaram R$ 22,24 bilhões. A queda foi de 45,8%.
Números comprovam que, ao invés de recuperar a economia, a política de Henrique Meirelles está aprofundando depressão econômica do País, enquanto Temer sugere vender empresas e ativos públicos como saída.
Brasil 247
