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Cientistas conseguem eliminar doença genética do embrião humano
Uma equipe internacional de cientistas anunciou recentemente a implantação bem-sucedida de um método revolucionário e controverso de medicina preventiva. Eles conseguiram “apagar” de um embrião humano a mutação genética responsável por causar uma condição cardíaca comum, conhecida como cardiomiopatia hipertrófica, associada ao risco de morte súbita em crianças.
Os pesquisadores conseguiram eliminar a mutação de todas as células dos embriões, de modo que, se estes chegassem a virar pessoas, não transmitiriam a doença aos seus descendentes.
Embora ainda falte muito para esse método inovador ser implantado clinicamente, seus defensores afirmam que a edição de genes poderá evitar a transmissão de várias doenças. Seus detratores, no entanto, consideram que a modificação genética de embriões humanos suscita dilemas éticos e filosóficos que, se não forem abordados profundamente, poderão transformar a humanidade em uma sociedade totalitária, centrada na perfeição.
Jennifer Doudna, uma das criadoras dessa técnica, declarou em uma entrevista concedida ao jornal The New York Times: “Este é um daqueles momentos que nos fazem pensar que estamos diante de ‘um pequeno passo para o homem e um grande passo para a humanidade’”.
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