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Trump pode liberar documentos secretos do assassinato de John Kennedy
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tem em mãos um documento de 3.100 páginas com detalhes secretos sobre o assassinato do presidente John Fitzgerald Kennedy, que ocorreu em novembro de 1963 e deixou o mundo chocado.
O documento está sob a guarda do Arquivo Nacional dos EUA. Até o dia 26 de outubro eles precisam decidir quais deles – a maioria pertencente ao FBI e à CIA – poderão se tornar públicos e quais devem ser mantidos em sigilo.
A última palavra, no entanto, será do presidente Donald Trump. Caso ele negue a divulgação, só daqui a 25 anos teremos outra chance de conhecer a real história por trás de um dos assassinatos mais intrigantes da história da humanidade.
Há 54 anos o episódio é alvo das teorias da conspiração mais diversas. A maioria descarta a hipótese do assassinato ter sido cometido por apenas um homem sem grandes propósitos (Lee Harvey Oswald). Segundo elas, o crime pode ter ocorrido a mando do vice-presidente da época, Lyndon B. Jonhson, que queria assumir um dos cargos mais poderosos do planeta. As tramas ainda envolvem os barões da indústria do petróleo, a máfia, a própria CIA e o FBI.
Para os estudiosos, o episódio tem tudo a ver com a frustrada invasão da Baía dos Porcos, para deter o sucesso de Fidel Castro, e o escândalo de Watergate.
Dizem por aí que o diretor da CIA, Mike Pompeo, está tentando convencer Donald Trump a deixar os documentos de molho por mais 25 anos.
infobae
super