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UBER prevê demissões no Brasil se lei for mudada
A continuidade da operação do Uber no Brasil fica em dúvida com a possibilidade de aprovação do PLC 28. O projeto de lei, que pode ser votado hoje no Senado, prevê regras para o funcionamento de aplicativos de transporte como Uber, Cabify e 99 que, na prática, assemelham seu funcionamento ao dos taxis - necessidade de licença prévia municipal para os carros rodarem, obrigação de instalação de placa vermelha etc.
"Do jeito que está, se for aprovada, a regulação tornará muito difícil para os motoristas da plataforma continuarem a dirigir. Temos 500 mil motoristas que conseguem ganhar dinheiro em meio a um momento [econômico] muito complicado", disse o presidente mundial da companhia, Dara Khosrowshahi, em entrevista ao Valor durante visita ao Brasil. Na agenda, estão encontros com funcionários, motoristas, empresários e políticos em São Paulo e em Brasília.
No cargo há dois meses, ele assumiu com a missão de restaurar a imagem do Uber, que ficou abalada depois de uma ex-funcionária denunciar práticas discriminatórias dentro da empresa. O fundador Travis Kalanick foi forçado a deixar o comando da companhia depois que o vídeo de uma discussão dele com um motorista que reclamava da dificuldade de ganhar dinheiro com o aplicativo circulou na internet.
"A cultura de crescimento a qualquer custo foi substituída pelo crescimento com responsabilidade", disse. Neste sentido, completou, a companhia tem assumido uma postura mais propensa ao diálogo e de maior transparência com relação às suas atividades. "Não há nada a esconder", disse.
Hoje, em Brasília, Khosrowshahi pretende apresentar ao governo aspectos positivos da operação da companhia no Brasil. Presente em mais de 100 cidades no país, a companhia tem 800 funcionários e 17 milhões de usuários ativos (que fazem pelo menos uma viagem por mês). São Paulo é atualmente a cidade onde o Uber realiza o maior número de viagens no mundo.
As informações são de reportagem do Valor.
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Brasil 247
