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Cargo de advogado do diabo realmente existiu no Vaticano
A expressão “advogado do diabo” é usada para definir alguém que defende um cliente ou uma causa para a qual moralmente não há defesa. Por vezes, ele defende um argumento contrário ao da maioria apenas com o intuito de testar a qualidade do argumento. Mas você sabia que o conceito tem uma origem literal?
O cargo de advocatus diaboli, ou advogado do diabo, existiu no Vaticano durante séculos. A posição foi criada pelo Papa Sisto V em 1587. Sua função era apresentar argumentos contrários em processos de beatificação e canonização, questionando a autenticidade de milagres de candidatos a santo de um ponto de vista cético.
A tarefa do advogado do diabo não era agradável. De acordo com a Enciclopédia Católica de 1913, “é seu dever sugerir explicações naturais para supostos milagres e até especular a respeito de motivos humanos e egoístas por trás de gestos heroicos”. Sua função era vista como difícil, mas necessária.
O Papa João Paulo II modernizou o processo de canonização e extinguiu o cargo em 1983. A medida agilizou imensamente o procedimento. O Papa polonês canonizou cinco vezes mais santos do que seus predecessores de todo o Século XX. Mas em casos controversos, o Vaticano ainda utiliza informalmente o testemunho de críticos a candidatos a santo.
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