O Paradoxo da Unificação - Quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis do Autismo
O paradoxo da unificação: quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis e acirra a disputa por voz, recursos e políticas p...
-
Decisão do TRF-5 expõe arbitrariedade do Estado ao reter medicamentos essenciais de pacientes com prescrição médica; desembargador cla...
-
A disputa pelo comando da comissão provisória do Partido Liberal em Colombo ganha contornos dramáticos após a direção estadual anular dir...
-
O cenário político no Paraná apresenta um fenômeno singular às vésperas da corrida eleitoral de 2026. De um lado, um governador que oste...
GENOCÍDIO ANIMAL - Caos de Parente pode matar mais de 1 bilhão de aves e destruir indústria dos alimentos
O tucano Pedro Parente, indicado pelo PSDB para comandar a Petrobras após o golpe de 2016, pode ser o responsável pela morte de 1 bilhão de aves, que estão sem ração no Brasil, e pela destruição da indústria nacional de alimentos. A política de preços implantada por Parente na Petrobras, que prioriza investidores internacionais em detrimento dos interesses nacionais, provocou a greve dos caminhoneiros, que deixa os animais sem ração e pode levar ao canibalismo entre as aves.
As informações são do jornalista Victor Calcagno. "Um bilhão de aves e 20 milhões de suínos podem morrer nos próximos dias devido à falta de ração em meio à greve dos caminhoneiros, informou a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Bloqueios realizados por caminhoneiros que interrompem o transporte de ração e de animais vivos permanecem nesta sexta-feira, apesar de acordo anunciado pelo governo e a categoria na quinta-feira. Segundo a Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), o país deixou de exportar, ao longo dos últimos dias de bloqueios nas estradas, 25 mil toneladas de carnes suína e de frango, o correspondente a cerca de US$ 60 milhões de dólares."
Além da destruída do setor de proteína animal, Parente também causa prejuízos gigantescos aos laticínios. "Acostumada a coletar cerca de 130 mil litros de leite todos os dias, a Cooperativa Agropecuária de Barra Mansa está desde quarta-feira sem conseguir alcançar as mais de 500 fazendas de seus cooperados, afim de coletar a produção leiteira. O prejuízo, que envolve produtores em quase todo o Sul do estado do Rio de Janeiro e alguns municípios de São Paulo é calculado pela empresa em cerca de R$ 200 mil diários", informa a reportagem.
conteúdo
Brasil 247
