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Pentágono tem projeto que pretende inserir nanopartículas no cérebro para ler mentes

 

A DARPA, unidade de pesquisa do Pentágono, está financiando um projeto para acessar dados cerebrais por meio de um método inovador. O objetivo é injetar cerca de 80 bilhões de nanopartículas para ler as informações do cérebro. Duas mil vezes mais finas que um fio de cabelo, elas seriam inseridas no corpo humano por via intravenosa.

Nanopartículas no cérebro

A iniciativa é batizada de Projeto BrainSTORMS. O objetivo é que as nanopartículas possam se unir a todos os neurônios cerebrais para comunicar-se de maneira remota com uma máquina. As MENPs (sigla em inglês para "nanopartículas magnetoelétricas") são capazes de receber e emitir campos magnéticos, além de interagir eletronicamente com células humanas.

Sakhrat Khizroev, engenheiro da Universidade de Miami e pesquisador do projeto, afirmou que as MENP são a única forma de poder “conversar” com o cérebro e decifrar seu funcionamento de forma concreta. “Uma vez que as MENPs estão dentro do cérebro e posicionadas próximas aos neurônios, podemos estimulá-las com um campo magnético externo e produzir um campo elétrico com o qual podemos nos comunicar, sem ter que usar fios”, afirmou.

Para extrair as informações em tempo real, sua equipe usaria um capacete especial com transdutores magnéticos que enviam e captam sinais. O Pentágono está testando a tecnologia na esperança de que ela permitirá que os soldados injetados com as nanopartículas se comuniquem com os sistemas militares apenas com seus pensamentos. A pesquisa tem todos os elementos de uma grande obra de ficção científica, mas, neste caso, trata-se de realidade.

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Miami University
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