O Paradoxo da Unificação - Quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis do Autismo

  O paradoxo da unificação: quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis e acirra a disputa por voz, recursos e políticas p...

O que o Brasil ganha com a reaproximação Cuba-EUA?


Governo brasileiro apostou em investimentos em Cuba à espera do fim de embargo

A reaproximação entre Cuba e Estados Unidos representa um ganho diplomático para o governo brasileiro, na opinião de analistas ouvidos, mas seus frutos econômicos gozam de menos consenso.
Estudiosos em comércio e relações internacionais afirmam que o início do diálogo entre os dois inimigos históricos é uma "vitória política" para Brasília, que sempre pressionou por uma reaproximação.
Por outro lado, os analistas divergem sobre como um eventual, porém ainda distante, fim do embargo à ilha comunista (que só pode ser decretado pelo Congresso americano) poderia beneficiar o governo brasileiro, fiador do maior investimento privado já feito naquele país – o porto de Mariel.

Raúl Castro recebe em Havana os 3 cubanos libertados pelos EUA

O presidente cubano, Raul Castro, com Fernando Gonzalez, Ramon Labañino, Gerardo Hernández, Antonio Guerrero e René González, depois que os agentes Labañino, Hernandez e Guerrero desembarcaram em Havana.

O presidente de Cuba, Raúl Castro, recebeu nesta quarta-feira (18) em Havana os três agentes cubanos que estavam presos nos Estados Unidos desde 1998, em um encontro que foi transmitido pela televisão estatal, no qual se abraçaram e trocaram agradecimentos.
Horas depois que o próprio Castro confirmou a chegada dos agentes ao país em um pronunciamento exibido na televisão por volta do meio-dia, um telejornal nacional divulgou as primeiras imagens dos 'heróis', como são conhecidos em Cuba.

O americano que foi chave na reaproximação com Cuba



Prisão de Alan Gross vinha sendo um impasse no lento degelo nas relações diplomáticas entre Cuba e EUA

Prisioneiro em Cuba nos últimos cinco anos, o americano Alan Gross foi um ponto de tensão na relação entre os Estados Unidos e Cuba.
Agora, sua libertação simboliza uma mudança histórica, depois que as lideranças dos dois países anunciaram a disposição de reatar essa relação, depois de mais de 50 anos.
Gross, de 65 anos, viajou para Cuba em 2009, como funcionário da Usaid, agência americana de desenvolvimento internacional. Ele era responsável por levar equipamentos, incluindo satélites de internet, para a comunidade judaica em Cuba.

Um dia que ficará para a história, EUA e Cuba retomam relações diplomáticas



Raúl Castro e Barack Obama fizeram seus pronunciamentos nesta quarta-feira

Quarta-feira, 17 de dezembro de 2.014, um dia que ficará para a história e com certeza será lembrado em todo o planeta, em salas de aula e em documentários.
Os presidentes dos Estados Unidos, Barack Obama, e de Cuba, Raúl Castro, deram início a um processo de reaproximação entre os dois países após mais de 50 anos de relações cortadas.
"O isolamento fracassou. É hora de uma nova abordagem", disse Obama em um discurso na Casa Branca. "Estou ansioso para engajar o Congresso em um debate sério e honesto (sobre o fim do embargo). Um comércio intensificado é bom para os americanos e para os cubanos."
"Através dessas mudanças, queremos criar mais oportunidades para americanos e cubanos e começar um novo capítulo nas Américas", acrescentou o presidente americano.
Raúl Castro, por sua vez, disse, em Havana, que "os progressos alcançados demonstram que é possível encontrar solução para muitos problemas...devemos aprender a arte de conviver de forma civilizada com nossas diferenças".
"Isso não quer dizer que o principal foi resolvido. O bloqueio econômico, comercial e financeiro que provoca enormes danos humanos e econômicos tem que acabar".

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