O Paradoxo da Unificação - Quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis do Autismo

  O paradoxo da unificação: quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis e acirra a disputa por voz, recursos e políticas p...

Charges do dia - corrupção...

Charge original do Paixão

Charge original do Nani

Charge original do Sid

Como lidar com o colega de trabalho que 'sabe tudo'

Charles Hebdo é uma merda. Não serve de escudo contra balas

Enquanto isso, 5 milhões de muçulmanos estão proibidos de fazer orações em público na França. Afinal, o Charlie Hebdo dizia que eles eram idiotas perigosos e que podiam explodir a qualquer momento
Jesus Charlie?
Aguardei pacientemente. Três dias se passaram e os cabras não ressuscitaram. Seria perfeito. Pela primeira vez o ateísmo rumava para se converter em religião.
Após a chacina em Paris, fiéis brotaram aos montes a dizer: “aquele que morreu sou eu”, um troço metafísico pra cacete. O fervor e a paixão com que defenderam os cartunistas mortos - porque era só deles que se falava - era uma adoração cega, acrítica, como essas que se vê nas igrejas de esquina.

Requião conversa com os paranaenses hoje na TV 15, a partir das 21:30


Hoje, terça-feira, 27 de janeiro, o senador Roberto Requião, acompanhado do deputado estadual Requião Filho, terá uma conversa franca com todos os paranaenses, a partir das 21:30 horas, na TV 15.
Que você acessa através deste link:
http://www.robertorequiao.com.br/tv15/

Você poderá participar, enviando suas perguntas, críticas e sugestões.
Aliás, você já pode mandar suas perguntas pelo twitter e facebook do senador:
Facebook: Roberto Requião
Twitter: Roberto Requião
Vamos participar e contar com o Requião para defender os paranaenses das "maldades" que ele avisou que iriam acontecer...

Enquanto isso, você pode ver aqui a fala do Requião em defesa do Brasil:

A liberdade de expressão da mídia no Brasil é seletiva e covarde

A mídia é inteligente o suficiente para saber que a quebra do monopólio da informação e uma opinião naturalizada na sociedade de que ela combate a pluralidade de opiniões e engendra todos os esforços na direção de um pensamento único, atendendo a seus próprios interesses, ameaçaria também a hegemonia daqueles que a financiam.
Assim, a liberdade de expressão da mídia brasileira é seletiva e covarde. É uma concessão para poucos

Toda a vez que o debate sobre os limites do humor emerge, a mídia – especialmente a brasileira - diz que é preciso "ir até o fim" para se garantir a liberdade de expressão. "Não podemos recuar", afirmam uns. "Não vamos deixar nos intimidar", dizem outros.
Mas dentro desse "limites do humor" é comum vermos por parte da mídia uma naturalização da violência, da cultura do machismo, da homofobia, do preconceito às minorias e intolerância às diferenças. Será mesmo que essas "gracinhas" fazem parte de um script tão inofensivo assim?