O Paradoxo da Unificação - Quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis do Autismo

  O paradoxo da unificação: quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis e acirra a disputa por voz, recursos e políticas p...

Governo 'declara guerra' contra professores e paranaenses desarmados em frente à ALEP


Alguém que passasse pela ALEP hoje, poderia imaginar estar vendo uma filmagem de de um típico filme de guerra...
Porém é a mais atroz realidade.
Professores, povo, imprensa e até  mesmo crianças estão sendo tratados como se fossem os piores criminosos pelo governo do Paraná, entenda-se Beto Richa.
Que tem usado "artilharia" pesada contra professores e paranaenses desarmados em frente à ALEP.
Em agravante desrespeito as leis e a decisão do juiz substituto Márcio José Tokars - após pedido de habeas corpus impetrado pelo grupo de advogados Direito para Todos - que libera a entrada de dirigentes sindicais e estudantes nas galerias da Assembleia Legislativa do Paraná, para que possam acompanhar as sessões dos deputados, o deputado Ademar Traiano (PSDB), não permitiu a entrada de ninguém e mandou a polícia 'descer a borracha' em quem tentar entrar. 
É que, segundo entendimento de Traiano, a decisão judicial só vale para o dia de votação do projeto - portanto, não valeria para esta terça-feira. Para ele, os manifestantes devem ocupar o mesmo local que ocuparam ontem, nas proximidades da Alep, mas ainda para fora do cerco policial, que já teve decisão do STJ mandando derrubá-lo.
Mais cedo, a oposição afirmou até que, caso os professores não pudessem acompanhar a sessão, seria pedida a prisão de Traiano.
O grupo Direito para Todos havia protocolado um habeas corpus individual e o juiz que ficou responsável pela decisão deu efeito coletivo à medida. “O juiz entendeu que a decisão anterior, que previa o interdito proibitório, não significa impedir a passagem e fazer o cerco policial, mas que o efetivo deveria garantir segurança dentro da Assembleia, com a participação dos manifestantes”, explica uma das advogadas do grupo, Luiza Beghetto.
Ainda não se sabe se outra medida judicial será tomada para revogar esta decisão.
Marlei Fernandes, da APP-Sindicato comemorou a medida e explica que os manifestantes se preparam para entrar no local. “Nós queremos dialogar com o governo e não vamos ocupar a assembleia de forma a não permitir os trabalhos”, disse.
Alheios a lei, Richa e Traiano, com aval dos deputados traidores do Paraná, estão fazendo Álvaro Dias parecer um anjinho....
Tamanha é a sua truculência e barbarismo contra os protestantes...

Presidente da Comissão da Igualdade Racial da OAB/PR lança vídeo em solidariedade aos educadores


O advogado Mesael Caetano dos Santos, presidente da Comissão da Igualdade Racial da OAB/PR e ativista das causas populares, lança um vídeo em solidariedade aos educadores e todos os paranaenses, que vem sendo humilhados e tratados como 'bandidos' por este governador que não respeita o povo.
Veja o vídeo aqui:



Terceirização: polêmica e desinformação


A economia brasileira vai mal. O crescimento médio anual do PIB, nos oito anos do governo Dilma, será de medíocre 1%. Em 2015, será negativo.
O Brasil está perdendo competitividade. A inovação é baixa. Formamos muitos doutores, publicamos muitos artigos, mas patentes e produtos inovadores são poucos. A desindustrialização é clara. Estamos em marcha batida para uma realidade pré-1930, um retorno nada glorioso a uma economia primário-exportadora. Os desequilíbrios fiscais e cambiais preocupam. A carga tributária é alta e o custo Brasil, proibitivo. As reformas modernizantes foram paralisadas. O Brasil está comendo poeira de países como Coreia do Sul, Índia e China. Os investimentos se estagnaram nos insuficientes 18% do PIB. O setor elétrico foi desorganizado e o setor de petróleo entrou em crise. Os estímulos não surtiram os efeitos esperados. As agências regulatórias foram destruídas. A revolução educacional jaz inconclusa. Enfim, o cenário de médio e longo prazo não é nada animador.

UPES 'detona o cerco' policial da ALEP com ordem do STJ


A UPES (União Paranaense dos Estudantes Secundaristas), entidade que tive o privilégio de ser diretor em meus idos de juventude, conquistou um Habeas Corpus Coletivo no STJ (Superior Tribunal de Justiça) determinando a suspensão do cerco ao Centro Cívico ordenado pelo governador Beto Richa (PSDB).
Essa decisão, junto com a liminar conquistada pela APP-Sindicato garantindo acesso às galerias da Alep, vai desmontando o cerco imposto pelo governo para tentar aprovar o confisco da previdência na marra.
As restrições impostas ao livre trânsito no Centro Cívico chegaram a prejudicar o acesso do prefeito Gustavo Fruet (PDT), dos secretários e servidores da prefeitura ao prédio da administração municipal. Nem nos períodos mais truculentos da ditadura militar (1964-1985) houve um cerco como o atual.

com conteúdo do blog do Esmael

Precisamos de mais 03 votos 'redentores' para 'sepultar o confisco de Richa'

Precisamos do arrependimento e redenção de 03 deputados, para sepultar o golpe contra o Paraná

Richa precisa de 28 deputados com ele para aprovar o 'achaque' na Paranaprevidência, conta com 31 traidores até o momento. Ou seja, nós paranaenses precisamos da 'redenção política' de 03 deputados estaduais. Precisamos que 03 destes traidores se redimam, enxerguem a luz e votem com o Paraná.
Se Richa perder 03 votos, o Paraná será salvo.
Até o presente momento temos 21 heróis e 01 ausente:
Votaram com o povo do Paraná:
Adelino Ribeiro (PSL)
Ademir Bier (PMDB)
Anibelli Neto (PMDB)
Chico Brasileiro (PSD)
Evandro Araújo (PSC)
Gilberto Ribeiro (PSB)
Gilson de Souza (PSC)
Marcio Pacheco (PPL)
Marcio Pauliki (PDT)
Nelson Luersen (PDT)
Nereu Moura (PMDB)
Ney Leprevost (PSD)
Palozi (PSC)
Paranhos (PSC)
Pastor Edson Praczyk (PRB)
Péricles de Mello (PT)
Professor Lemos (PT)
Rasca Rodrigues (PV)
Requião Filho (PMDB)
Tadeu Veneri (PT)
Tercílio Turini (PPS)

Não votou: 
Dr. Batista (PMN)

Teremos os 03 votos necessários?
Conseguiremos resgatar 03 almas do 'inferno de Richa'?
A próxima votação é nesta quarta e o cenário será de guerra.