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MASSACRE DO RICHA - Farsa da PM? Aonde estão os policiais que se recusaram a MASSACRAR os professores?
Em tempo de guerra, a primeira vítima é a verdade. Depois da pancadaria no Paraná, duas histórias chamaram a atenção pelo ineditismo, cada uma especial à sua maneira. A primeira envolveu o soldado Umberto Scandelari, de Curitiba.
Scandelari publicou uma foto dele mesmo nas redes sociais com as mãos e o rosto manchados do que parecia ser sangue, juntamente com a legenda: “Professor, conta outra…”
Viralizou. Um exame não muito detido na imagem, porém, levantava algumas dúvidas quanto à consistência dos ferimentos. Parecia canetinha hidrográfica.
Era canetinha hidrográfica.
A Polícia Militar paranaense admitiu que o rapaz se pintou. Foi de mártir a pateta em minutos. Se bobear, ainda tinha uns escalpos no armário.
A outra crônica envolvia um grupo de policiais que teria resistido em participar do ataque aos grevistas. De acordo com o Broadcast, serviço da Agência Estado, que deu o “furo”, eram dezessete que “foram presos por se recusar a participar do cerco”. A informação seria do Comando da PM.
Mais tarde, os dezessete haviam se transformado em “pelo menos 50”. Um portal local assinalou que aquilo até pode ter sido um ato de desobediência, mas era também de coragem.
No entanto, a cena incrível não fora testemunhada por ninguém. Qual o nome de pelo menos um deles? Onde estão esses heróis?
FRANCISCHINI é o BRUCUTU da porrada e 'MASSACRADOR' RICHA é o mandante TRUCULENTO. Ambos iguais
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| Lamentáveis são as cenas de barbáries praticadas por essa dupla dinâmica às avessas, que, perversamente, mandou "sentar" a porrada em trabalhadores da Educação, em estudantes e em quem quer que seja |
Beto 'MASSACRADOR' Richa é playboy, tal qual a Aécio Neves e Cássio Cunha Lima. Eles se divertem e curtem as suas "douradas" vidas, adoidados, sempre em cargos eletivos e de relevância, como os de governadores e de senadores. Nunca moveram uma palha para se elegerem e pegaram a carona político-partidária de seus pais e avô, Tancredo Neves, Ronaldo Cunha Lima e José Richa. Politicamente são mais conservadores que seus progenitores, apesar de serem de uma geração mais jovem.
Viveram a vida inteira no high society, em baladas e festas, não conhecem as dificuldades pelas quais passam a maioria dos brasileiros, bem como não compreendem a dor alheia, porque viveram, de forma ampla, em um mundo hedonista, privado, sectário e dedicado a poucos, com a cooperação do Estado, transformado em patrimonialista, ou seja, direcionado para atender às demandas da alta burguesia, da qual fazem parte esses três políticos criados a pão de ló, farinha láctea e todo tipo de achocolatado, para que esses meninos, coxinhas, crescessem e se divertissem como chefes de governos de estados.
Contudo, o assunto é o senhor playboy Beto Richa, autêntico político autoritário e despido de quaisquer sensibilidades sociais. Há anos este filho das elites escravocratas e inquilino da Casa Grande tripudia contra o povo paranaense, de forma fascista e virulenta. Richa, o playboy das Araucárias, considera que negociar é ser derrotado, porque em sua cabeça reacionária e conservadora, os trabalhadores não passam de mão de obra barata para alimentar a opulência e a fartura das classes sociais abastadas, que, divorciadas dos interesses do Brasil, pisoteiam os mais fracos e violam todos os códigos da civilidade, de honra e respeito.
E por quê?
'Beto "MASSACRADOR" Richa não tem mais condições de governar o Paraná'
O senador Roberto Requião (PMDB-PR), que acompanhou, de dentro da Assembleia Legislativa, a repressão promovida pela Polícia Militar do governador Beto Richa, contra os professores estaduais, descreveu o que presenciou.
– Foi um massacre. Uma violência absurda contra idosos, mulheres, jovens... Aqui, em Curitiba, o sentimento é de indignação, perplexidade e revolta.
MASSACRE DO RICHA - Professores pararam em 15 estados em LUTO pela EDUCAÇÃO do PARANÁ
Os trabalhadores em educação das redes estaduais 15 estados e das redes municipais pelo menos seis cidades paralisaram nesta quinta-feira (30), as atividades para reivindicar melhorias no ensino, nas condições de trabalho e na infraestrutura das escolas, além de uma maior valorização. A greve foi convocada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação, como parte da 16ª Semana Nacional em Defesa e Promoção da Educação Pública, que ocorre até essa sexta-feira (1º), e é promovida pela entidade.
"Infelizmente, a educação pública não está sendo tratada como deve", diz o presidente da confederação, Roberto Leão, "Escola pública não é algo que diz respeito aos trabalhadores apenas, é da sociedade, e a sociedade precisa se levantar e defender essa educação, cobrar políticas dos estados e municípios".
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