O Paradoxo da Unificação - Quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis do Autismo
O paradoxo da unificação: quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis e acirra a disputa por voz, recursos e políticas p...
-
Decisão do TRF-5 expõe arbitrariedade do Estado ao reter medicamentos essenciais de pacientes com prescrição médica; desembargador cla...
-
A disputa pelo comando da comissão provisória do Partido Liberal em Colombo ganha contornos dramáticos após a direção estadual anular dir...
-
O cenário político no Paraná apresenta um fenômeno singular às vésperas da corrida eleitoral de 2026. De um lado, um governador que oste...
MASSACRE DO RICHA - 'Domínio do fato' existe para crimes como o de Richa
No mesmo dia em que o governo do Paraná autorizou a Polícia Militar do Estado a fazer o que já ficou conhecido como “Massacre do Centro Cívico de Curitiba”, ou seja, agredir física e moralmente professores que protestavam diante da Assembleia Legislativa do Estado, o Ministério Público do Paraná anunciou que irá “investigar” aquela barbárie.
Veja, abaixo, as notas emitidas pelo MP-PR
—–
MPPR
29/04/2015 18:20
MP-PR instaura procedimento para apurar excesso na repressão às manifestações no entorno da ALEP
O procurador-geral de Justiça, Gilberto Giacoia, determinou a instauração de procedimento destinado a apurar responsabilidades por eventual excesso na repressão das manifestações públicas ocorridas nesta quarta-feira (29), nas imediações da Assembleia Legislativa do Paraná. O MP-PR já havia expedido Recomendação ao Governo do Estado, à Secretaria de Segurança Pública e ao Comando-Geral da Polícia Militar no sentido de que a intervenção policial se limitasse a garantir a segurança dos manifestantes, excetuada a contenção de eventuais infrações penais.
MASSACRE DO RICHA - Manifestantes banham de 'sangue' Palácio de MASSACRADOR Richa
Os professores paranaenses, que estão em greve há seis dias, protestaram na manhã desta sexta-feira (1), feriado em homenagem ao Dia do Trabalhador, contra a ação da Polícia Militar que resultou em um massacre que deixou mais de 200 pessoas feridas. Para simbolizar os feridos no confronto, manifestantes tingiram de vermelho o espelho d'água do Palácio Iguaçu, sede do Governo do Paraná, como forma de criticar a ação da PM do governador Beto MASSACRADOR Richa.
Beto MASSACRADOR Richa recebe repúdio geral dos brasileiros
A violência da Polícia Militar do governo do Paraná contra professores e servidores estaduais provocou um repúdio geral de políticos de diferentes partidos e colunistas de diferentes perfis, além de revolta da população de vários estados brasileiros. O ex-presidente Lula divulgou uma nota se solidarizando com os profissionais e classificando como "inadmissível" a violência da PM no estado.
"Solidarizo-me com os professores do Paraná, que foram agredidos de forma violenta pela Polícia Militar do estado. Temos visto a atuação da polícia na garantia da segurança de manifestações que têm acontecido no país, mas esse direito deve ser garantido a todos. É inadmissível que o direito de manifestação seja restringido a qualquer pessoa, principalmente àqueles que trabalham pela educação de nossos jovens e o futuro do país", escreveu Lula em sua página no Facebook.
Beto MASSACRADOR Richa afirma que foi coerente
O governador do Paraná, Beto Richa, acredita estar pagando um preço alto pelos ajustes fiscais que vêm adotando no Estado, a exemplo da mudança na previdência dos servidores públicos, motivo de protestos de professores que deixaram mais de 200 feridos nessa semana.
"Sei que isso (as medidas de ajuste) está atingindo a minha popularidade. A popularidade pode até oscilar, mas não posso fugir da coerência. Penso no futuro do Paraná", disse o tucano, em entrevista à Rádio Estadão. Ele assegura estar agindo de forma "responsável" e classifica algumas pressões como "descabidas". "Já garantimos aumentos substanciais, de 60%, para os professores, nos últimos quatro anos. Tudo tem limite", afirmou.
Assinar:
Postagens (Atom)







