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MASSACRE DO RICHA - 'Domínio do fato' existe para crimes como o de Richa


No mesmo dia em que o governo do Paraná autorizou a Polícia Militar do Estado a fazer o que já ficou conhecido como “Massacre do Centro Cívico de Curitiba”, ou seja, agredir física e moralmente professores que protestavam diante da Assembleia Legislativa do Estado, o Ministério Público do Paraná anunciou que irá “investigar” aquela barbárie.
Veja, abaixo, as notas emitidas pelo MP-PR
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MPPR
29/04/2015 18:20
MP-PR instaura procedimento para apurar excesso na repressão às manifestações no entorno da ALEP
O procurador-geral de Justiça, Gilberto Giacoia, determinou a instauração de procedimento destinado a apurar responsabilidades por eventual excesso na repressão das manifestações públicas ocorridas nesta quarta-feira (29), nas imediações da Assembleia Legislativa do Paraná. O MP-PR já havia expedido Recomendação ao Governo do Estado, à Secretaria de Segurança Pública e ao Comando-Geral da Polícia Militar no sentido de que a intervenção policial se limitasse a garantir a segurança dos manifestantes, excetuada a contenção de eventuais infrações penais. 

MASSACRE DO RICHA - Manifestantes banham de 'sangue' Palácio de MASSACRADOR Richa

Professores paranaenses, que estão em greve há seis dias, protestaram na manhã desta sexta-feira (1), feriado em homenagem ao Dia do Trabalhador, contra a ação da Polícia Militar que resultou em um massacre que deixou mais de 200 pessoas feridas; para simbolizar os feridos no confronto, manifestantes tingiram de vermelho o espelho d'água do Palácio Iguaçu, sede do Governo do Paraná, como forma de criticar a ação da PM do governador Beto Richa; manifestantes também fincaram uma bandeira do Brasil no mastro em frente ao Palácio Iguaçu e vendaram os olhos da estátua de Nossa Senhora de Salete como forma de lembrar o massacre da última quarta-feira

Os professores paranaenses, que estão em greve há seis dias, protestaram na manhã desta sexta-feira (1), feriado em homenagem ao Dia do Trabalhador, contra a ação da Polícia Militar que resultou em um massacre que deixou mais de 200 pessoas feridas. Para simbolizar os feridos no confronto, manifestantes tingiram de vermelho o espelho d'água do Palácio Iguaçu, sede do Governo do Paraná, como forma de criticar a ação da PM do governador Beto MASSACRADOR Richa.

Beto MASSACRADOR Richa recebe repúdio geral dos brasileiros

Parlamentares de diferentes partidos, como o senador Roberto Requião (PMDB) e os deputados Jean Wyllys (PSOL) e Jandira Feghali (PCdoB), além do ex-presidente Lula, assim como colunistas de diferentes perfis, como Ricardo Noblat e Juca Kfouri, foram unânimes em detonar o governador do Paraná pela agressão da PM contra professores; Requião defendeu que o MASSACRADOR não tem mais condições de governar; Jean Wyllys pediu "basta"; Noblat o chamou de "líder estúpido"; Jandira observa que seu governo "caminha para um estado autoritário"; o repúdio à agressão que deixou mais de 200 servidores feridos ontem no centro de Curitiba é geral e o Paraná ganha a solidariedade de todo o Brasil

A violência da Polícia Militar do governo do Paraná contra professores e servidores estaduais provocou um repúdio geral de políticos de diferentes partidos e colunistas de diferentes perfis, além de revolta da população de vários estados brasileiros. O ex-presidente Lula divulgou uma nota se solidarizando com os profissionais e classificando como "inadmissível" a violência da PM no estado.
"Solidarizo-me com os professores do Paraná, que foram agredidos de forma violenta pela Polícia Militar do estado. Temos visto a atuação da polícia na garantia da segurança de manifestações que têm acontecido no país, mas esse direito deve ser garantido a todos. É inadmissível que o direito de manifestação seja restringido a qualquer pessoa, principalmente àqueles que trabalham pela educação de nossos jovens e o futuro do país", escreveu Lula em sua página no Facebook.

Beto MASSACRADOR Richa afirma que foi coerente

Governador do Paraná, que comandou um massacre da Polícia Militar contra professores nessa semana, diz que sabe que as medidas de ajuste no Estado têm afetado sua popularidade, mas que ele não pode "fugir da coerência"; "Penso no futuro do Paraná", afirmou, em referência à mudança na previdência dos servidores, motivo de protestos que acabou com mais de 200 feridos; ele acreditar estar pagando um preço alto por adotar tais medidas fiscais, segundo ele, "inadiáveis"; ele voltou a mencionar a infiltração de black blocs nas manifestações e assegurou que eles "foram para cima dos policiais. Houve uma reação natural"

O governador do Paraná, Beto Richa, acredita estar pagando um preço alto pelos ajustes fiscais que vêm adotando no Estado, a exemplo da mudança na previdência dos servidores públicos, motivo de protestos de professores que deixaram mais de 200 feridos nessa semana.
"Sei que isso (as medidas de ajuste) está atingindo a minha popularidade. A popularidade pode até oscilar, mas não posso fugir da coerência. Penso no futuro do Paraná", disse o tucano, em entrevista à Rádio Estadão. Ele assegura estar agindo de forma "responsável" e classifica algumas pressões como "descabidas". "Já garantimos aumentos substanciais, de 60%, para os professores, nos últimos quatro anos. Tudo tem limite", afirmou.

Charges de sábado - NÃO ESQUECEREMOS

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