O Paradoxo da Unificação - Quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis do Autismo

  O paradoxo da unificação: quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis e acirra a disputa por voz, recursos e políticas p...

Richa é citado em investigação que envolve sexo e fraudes

Apuração da Gaeco em torno do auditor fiscal Luiz Antônio de Souza, que denunciou uso de propina no comitê do governador Beto Richa (PSDB), inclui esquema no fisco do Paraná, rede de exploração sexual de menores e fraude em licitação de carros oficiais por um suposto primo do tucano

O Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime) tem em mãos três investigações que se cruzam em casos de sexo, corrupção e pessoas ligadas ao governador Beto Richa (PSDB).
O ponto em comum entre elas é o auditor fiscal Luiz Antônio de Souza, preso em flagrante no motel com uma menina de 15 anos. Acusado de participar de esquema de cobrança de propina de empresários para reduzir ou até anular dívidas tributárias, ele também levou os investigadores à apuração de uma rede de servidores e empresários para exploração sexual de menores.
Dessa apuração, descobriu-se uma suposta fraude numa licitação de manutenção de veículos oficiais, vencida pelo empresário Luiz Abi Antoun, que se apresentava como primo do governador tucano.
Em delação, Souza afirmou ainda ter repassado R$ 2 milhões de propina à campanha de Beto Richa. Ele apresentou notas fiscais ao Ministério Público para comprovar uso de verba de corrupção no comitê tucano.
Nos documentos, ele diz que usou R$ 20 mil para comprar 70 unidades de compensados na Gmad Complond Suprimentos para Móveis.
Procurado, o PSDB-PR alega que a "a coordenação da campanha eleitoral do PSDB não encomendou o referido material, não autorizou e nem recebeu qualquer nota fiscal referente ao alegado serviço."

Leia abaixo a reportagem sobre o assunto:

Tratoraço de Cunha mudará hoje as regras da política?

Numa decisão sem precedentes na história do parlamento brasileiro, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), atropelou a comissão interna da casa que se dedicava à reforma política e decidiu levar vários temas, hoje, ao plenário; eles incluem questões cruciais, como o voto obrigatório, a duração dos mandatos, o chamado "distritão", a continuidade ou não da reeleição e, claro, o sistema de financiamento privado, que Cunha pretende consagrar no País, a despeito de todos os escândalos recentes de corrupção e da decisão do Supremo Tribunal Federal, que poderia coibir as doações empresariais; postura tida como "ditatorial" revoltou partidos de esquerda, mas Cunha promete passar o trator; quem vence essa batalha decisiva?

O deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), presidente da Câmara dos Deputados, poderá conseguir hoje algo que parecia inimaginável, tempos atrás: mudar todo o sistema político brasileiro, sem um mínimo de debate interno na casa e com a sociedade.

Ibuprofeno ou paracetamol? Saiba quando tomar um ou outro.

Medicamentos agem contra a dor e inflamação, mas é preciso sempre ler a bula e tomar muito cuidado com excessos

Dois dos analgésicos mais comuns do mundo, o paracetamol e o ibuprofeno são comumente usados contra dores de cabeça, cólicas ou febre, por exemplo.
Ambos em geral são seguros se tomados na dose correta e sob recomendação médica, mas como saber qual dos dois tomar?

Charges do dia - pinadaíba...

Charge original do Pater

Charge original do Adnael

Charge original do Bira

Dilma sobre o impeachment: " A mim não atemorizam"

Presidente Dilma Rousseff afirma que está tranquila quanto ao movimento capitaneado pelo PSDB que pregava impeachment contra ela; em entrevista ao jornal mexicano La Jornada, ela disse que "essa discussão tem viés de uma arma política" e reafirmou que não tem por quê temer; "Eu acho que tem um caráter muito mais de luta política, entende? Ou seja, é muito mais esgrimido como uma arma política. Agora, a mim não atemorizam com isso. Eu não tenho temor disso, eu respondo pelos meus atos. E eu tenho clareza dos meus atos"

Ciente de que não há base legal que a ameace, a presidente Dilma Rousseff afirma que está tranquila quanto ao movimento capitaneado pelo PSDB que pregava impeachment contra ela. Em entrevista ao jornal mexicano La Jornada, ela disse que "essa discussão tem viés de uma arma política" e reafirmou que não tem por quê temer.
"Eu acho que tem um caráter muito mais de luta política, entende? Ou seja, é muito mais esgrimido como uma arma política. Agora, a mim não atemorizam com isso. Eu não tenho temor disso, eu respondo pelos meus atos. E eu tenho clareza dos meus atos".