O Paradoxo da Unificação - Quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis do Autismo

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Depois de "sangrar" educadores e paranaenses, Richa pede bloqueio das contas da APP-Sindicato

Governador do Paraná, Beto Richa, depois de "sangrar" educadores e paranaenses no fatídico 29 de abril, quer impedir também o recolhimento das contribuições sindicais dos professores e funcionários associados à APP com o pretexto de garantir o pagamento de multa de R$ 1,24 milhão imposta à entidade referente aos dias parados na segunda greve dos professores deste ano


O governador do Paraná, Beto Richa, depois de "sangrar" educadores e paranaenses no fatídico 29 de abril, intensificou nos últimos dias a ofensiva contra a APP Sindicato, responsável pela organização da segunda greve dos professores das escolas públicas estaduais este ano. Na sexta-feira (29), Richa pediu o bloqueio das contas bancárias da APP. Ele quer impedir também o recolhimento das contribuições sindicais dos professores e funcionários associados à APP com o pretexto de garantir o pagamento de multa de R$ 1,24 milhão imposta à entidade referente aos dias parados na segunda greve dos professores deste ano. Poucos dias depois de deflagrada, a greve foi considerada abusiva pelo desembargador Luiz Mateus de Lima. Ontem (1º), enquanto isso, o governo lançou edital para a convocação de um número ainda indefinido de professores temporários.
"Beto Richa segue na linha que temos denunciado, de aplicar no Paraná um estado de exceção", disse o presidente da APP Sindicato, Hermes Leão. "A intenção de uma medida como essa, da qual o sindicato dos agentes penitenciários também já foi alvo no passado, é inviabilizar nossa capacidade de mobilização e articulação da greve", prosseguiu Hermes Leão ao falar sobre a tentativa de bloqueio de contas. Se a ação for acatada, a APP também teria dificuldade para honrar os compromissos com seus funcionários, acrescentou Hermes Leão.

Como libertar o futebol brasileiro da globo?

Vocês concordam que o futebol brasileiro deve ficar em mãos de uma só emissora, que tem levado os clubes a ficarem cada vez mais endividados e esta emissora cada vez mais rica?

De repente, nos tornamos conscientes de como temos sido manipulados durante todos esses anos por institutos de pesquisa.
(Aliás, sempre é bom lembrar que a única pesquisa confiável é o voto, porque apura a opinião de 140 milhões de brasileiros, e não de apenas 2.000).
Nenhum instituto de pesquisa jamais fez as perguntas:
1) Vocês concordam em assistir jogos apenas depois da novela da Globo?
2) Vocês concordam que o futebol brasileiro deve ficar em mãos de uma só emissora, que tem levado os clubes a ficarem cada vez mais endividados e esta emissora cada vez mais rica?
3) Vocês concordam com uma situação que tem acentuado a venda de nossos atletas, ainda adolescentes, para o exterior, prejudicando o futebol brasileiro?
A entrevista abaixo, do ministro do Esporte, George Hilton, sinaliza um sopro de coragem do governo para fazer alguma coisa de útil para o futebol brasileiro:

Charges do dia - reforma política...

Charge original do Newton

Charge original do Samuca

Charge original do JB

Gilmar teme à criação de "laranjal" na política

Ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes, que promete liberar ação que pede o fim das doações privadas em campanhas políticas, barrada na Corte há mais de um ano, critica modelo de financiamento que está em discussão na Câmara: “Se nós adotarmos um modelo de doações privadas de pessoas físicas com teto relativamente alto, muito provavelmente vamos ter um sistema laranjal implantado. É razoável isso? Estamos querendo depurar o sistema e vamos institucionalizar o caixa 2?”; ele acha que pessoas físicas vão emprestar seus CPFs e sinaliza que quer deixar doações só de empresas

O ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes, que há mais de um ano barra uma ação da OAB na Corte que pede o fim das doações privadas de campanhas, questiona o modelo de financiamento que está em discussão na Câmara:
“Se nós adotarmos um modelo de doações privadas de pessoas físicas com teto relativamente alto, muito provavelmente vamos ter um sistema laranjal implantado. É razoável isso? Estamos querendo depurar o sistema e vamos institucionalizar o caixa 2?”.
Em entrevista ao ‘Estado de S. Paulo’, ele afirma que ‘partidos que dispõem de acesso à máquina governamental vão ter acesso a lista de nomes, aos CPFs e vão poder produzir doações’. E sinaliza que quer deixar doações só de empresas.
Gilmar defende ainda seu pedido de vista que adiou em mais de um ano a decisão do STF sobre a questão. Segundo ele, hoje se sabe muito mais do que na época: “Não sabíamos que determinadas forças políticas tinham 3% de cada contrato da Petrobras, que já é um verdadeiro financiamento público, só que de uma forma heterodoxa”. Diz ainda que a votação parada por seu pedido de vista foi prejudicada pela votação da Câmara.
Continue lendo a matéria de Talita Fernandes e Beatriz Bulla, do estadão: