O Paradoxo da Unificação - Quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis do Autismo

  O paradoxo da unificação: quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis e acirra a disputa por voz, recursos e políticas p...

Cresce número de brasileiros que querem ter o próprio negócio, revela pesquisa


Pesquisa divulgada hoje (23) pelo Instituto Data Popular revela que 38,5 milhões de brasileiros têm intenção de abrir o próprio negócio. Segundo a pesquisa, 28% dos brasileiros querem empreender atualmente – em 2013, o percentual era de 23%.
De acordo com o levantamento, 78% das pessoas que querem empreender já se preparam para abrir o próprio negócio: 38% pesquisam a área em que desejam atuar, 28%  guardam dinheiro para investir e 12% se aperfeiçoam em cursos e estudos.

O presidente do Data Popular, Renato Meirelles, disse que o achatamento do salário impulsiona na pessoa a vontade de ser dona do próprio negócio. “Os brasileiros enxergam no empreendedorismo uma iniciativa para garantir mais renda e um bom futuro para a família.”

Facebook desenvolve ferramenta que pode te reconhecer mesmo sem mostrar o rosto

Ainda sem previsão de lançamento, aplicativo analisa mais de 100 partes diferentes do corpo e usa ferramentas de reconhecimento facial e corporal

O Facebook já coleta informações de nossas fotos e inclusive sugere o nome dos seus amigos para você marcá-los quando posta imagens em que eles aparecem.
Mas agora a rede social pretende levar essa prática para um novo nível.
Uma equipe do Facebook que pesquisa inteligência artificial está trabalhando em uma ferramenta para reconhecer alguém mesmo se essa pessoa não estiver mostrando o rosto.
O algoritmo analisa mais de 100 partes diferentes do corpo, usando uma combinação de tecnologias de reconhecimento facial e corporal.
A ideia é que a ferramenta aprenda a reconhecer a mesma pessoa em diferentes poses e em diferentes fotos.

Charges do dia - já posso me aposentar?...

Charge original do Son

Charge original do Mariano

Charge original do Thiago

Coluna do Requião Filho - “Beto Richa mancha a história do Paraná”

Está ruim para o Estado, está ruim para os paranaenses e isto é ruim para Assembleia Legislativa Paraná. Em vez de discutirmos projetos e propostas para melhorar o Estado, estamos discutindo escândalos de corrupção, pacote de maldade, a falta de governo…

Depois do fim das sucessivas greves e da aprovação de apenas 3,45 % de reajuste da data-base dos servidores, Beto Richa falou para os seus chegados mais próximos que o melhor está por vir. Ele realmente acredita que os últimos meses deste ano serão esquecidos. Doce ilusão!
O governo já está marcado por um pacote de maldades, pela tentativa de supressão de direitos, por escândalos de corrupção e o inesquecível massacre dos professores em praça pública, que mancham a história do Paraná.
Além disso, o arrocho fiscal, as viaturas sem gasolina, escolas sem manutenção, estradas destruídas, a falta total de controle do Estado, este sim é o legado que o Beto está deixando.
São diversos escândalos de corrupção envolvendo o governo. Um delator que a cada semana traz à luz mais conexões e maior envolvimento de secretários e de pessoas próximas ao governador no escândalo da Receita Estadual. Corrupção de escalas nunca antes vistas no nosso Estado. E ainda há corrupção e escândalos na Fundepar e no IAP. Cada enxadada uma minhoca ou nova denúncia.
Está ruim para o Estado, está ruim para os paranaenses e isto é ruim para Assembleia Legislativa Paraná. Em vez de discutirmos projetos e propostas para melhorar o Estado, estamos discutindo escândalos de corrupção, pacote de maldade, a falta de governo…
Estamos presos em um círculo vicioso de agendas negativas. Projetos importantes e de real interesse do Estado e do povo do Paraná não têm vez na pauta.
É preciso mudar este cenário para que o Paraná avance de fato e a população volte a ter orgulho de ser paranaense.
Requião Filho

Duvivier destaca importância de rebater Malafaia

Humorista e escritor, Gregório Duvivier rebate no Facebook o argumento de que "não vale a pena falar de Feliciano, Malafaia e Bolsonaro porque é isso que eles querem: ibope"; o integrante do Porta dos Fundos diz concordar com a tese quando se trata de "articulistas que vivem da polêmica e da disseminação do ódio", mas lembra da influência desses interlocutores, uns dos políticos mais votados em seus estados; "Vale lembrar que Feliciano, Malafaia e Bolsonaro são de outra importância", comenta; "Aposto que muita gente achou que Hitler fosse um bufão a quem não se devia dar importância. Quem dera fosse eu o responsável por amplificar o ibope deles e quem dera eles quisessem só ibope", escreve Duvivier

O humorista Gregório Duvivier, do Porta dos Fundos, publicou em sua página no Facebook um texto em que rebate o argumento, segundo ele manifestado por "gente bacana e inteligente", de que "não vale a pena falar de Feliciano, Malafaia e Bolsonaro porque é isso que eles querem: ibope". O escritor lembra da influência desses interlocutores, como uns dos políticos mais votados em seus estados, e destaca que eles têm "audiência de horário nobre". "Aposto que muita gente achou que Hitler fosse um bufão a quem não se devia dar importância. 'Ele só quer ibope'. Quem dera fosse eu o responsável por amplificar o ibope deles e quem dera eles quisessem só ibope", escreve Duvivier.
Leia abaixo a íntegra: