O Paradoxo da Unificação - Quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis do Autismo

  O paradoxo da unificação: quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis e acirra a disputa por voz, recursos e políticas p...

Coluna do Paulo Roberto - Lei 13.142/2015 – Homicídio Funcional


 

Caros (as) leitores (as), hoje em nossa tradicional coluna tratarei da Lei 13.142/2015 que entrou em vigor no mês de Julho deste ano e agravou de forma significativa as penas dos crimes de homicídio ou lesão corporal (artigo 121 e 129 do Código Penal) cometida contra autoridade ou agentes elencados nos artigos 142 e 144 da Constituição Federal, integrantes do Sistema Prisional e da Força Nacional de Segurança Pública.
A criação dessa nova legislação se deu em virtude do grande número de assassinatos de policiais que estava ocorrendo no país, em decorrência de ações criminosas que tentavam através do homicídio de policiais instaurar o medo, desestabilizar a Ordem Pública e o Estado Democrático de Direito.
Essa nova lei torna crime hediondo, o homicídio e a lesão corporal, contra policiais que estejam no exercício da função ou em razão dela; a proteção dessa lei também se estendeu ao cônjuge ou companheiro e parentes consanguíneos até o 3° grau do servidor policial.

Porque o Brasil vai superar a crise



A notinha publicada no Portal Brasil traz dados do Boletim Focus, que por sua vez recolhe previsões do próprio mercado, ou seja, de agentes da iniciativa privada.
Segundo o Focus, a balança comercial de 2015 deverá ficar positiva em US$ 8 bilhões. Em 2014, havíamos fechado com déficit de US$ 4 bilhões (o primeiro em muitos anos).
Ainda segundo a iniciativa privada, os investimentos estrangeiros diretos (que são destinados à produção, não à especulação financeira) devem fechar 2015 em US$ 65 bilhões, um dos níveis mais altos de todo o planeta. Em 2014, eles também foram altos, em US$ 62,5 bilhões.
Os números falam por si, e respondem porque o Brasil vai superar a crise.

Os ricaços da Globo e os 400 demitidos



A jornalista Cláudia Penteado, da agência Propmark, postou nesta segunda-feira (31) que a bilionária famiglia Marinho deverá demitir cerca de 400 funcionários dos jornais O Globo e Extra nos próximos dias. Nos inúmeros veículos do império global nesta terça-feira nada sobre o facão - nem desmentido, nem confirmação. O clima nas redações, porém, é de terror e revolta. Na sexta-feira, a revista Forbes divulgou o ranking dos bilionários brasileiros. Os três filhos de Roberto Marinho aparecem em quinto lugar na lista, cada um com uma fortuna de R$ 23,80 bilhões. E, como sempre ironiza Mino Carta, ainda tem jornalista que chama o patrão de companheiro. Baita companheiro!

Saiba como funciona o 'M', assistente pessoal que você poderá ter no Facebook

Lula: 'Ninguém fez mais pela democracia do que nós'

No discurso no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, para a apresentação do portal Memorial da Democracia, o ex-presidente Lula disse que celebrar e lembrar a democracia é lutar para manter direitos, e que PT e CUT devem voltar às ruas e usar camisas vermelhas outra vez: "Precisamos ter coragem nós, do PT e da CUT, de andar com nossas camisas vermelhas outra vez. Um partido grande como o PT corre o risco de cometer erros, mas o PT nasceu pra mudar a história deste país, pra mudar o jeito de fazer política, de governar a cidade, o estado, a nação"

"Nós temos defeitos, mas ninguém fez mais pela democracia do que nós, na história deste país", disse o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao encerrar o lançamento do Memorial da Democracia, na noite desta terça-feira (1º). O evento foi realizado na sede do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo, no ABC paulista, e reuniu lideranças políticas, sindicais e de movimentos sociais em torno da plataforma multimídia que conta a história das lutas populares do país.
Ao comentar a conjuntura política e as frequentes manifestações contra o governo Dilma, Lula disse que é preciso saber concretamente o que tá acontecendo. "Por que as pessoas estão se manifestando? Primeiro, esse é um direito legítimo. Lembro que Dilma e eu, em campanha, dizíamos que a democracia não é um pacto de silêncio, é a sociedade em movimento, à procura de mais direitos. Aqui todo mundo já xingou alguém e já carregou uma faixa contra alguém", disse sendo muito aplaudido pela plateia.