O Paradoxo da Unificação - Quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis do Autismo
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Os partidos políticos fazem bem ou mal para a democracia?
Partidos políticos foram uma belíssima invenção. De tirar o chapéu.
Antes deles, o mundo era um lugar brutal. Havia quem mandava e quem obedecia. Quem tinha grana e terras, podia comprar violência, podia mudar qualquer lei, tinha poder de vida e morte sobre qualquer um.
Há quem veja a divisão entre patrícios e plebeus, na Grécia antiga, como o primeiro PSDB X PT da história. Mas os partidos como conhecemos foram criados mesmo pelos ingleses, no século 17, quando começou-se a levar a sério o poder das assembleias representativas.
A democracia ocidental moderna engatinhava – e desde o início ela tinha partidos.
Partidos são importantes porque eles coletam demandas difusas na sociedade. Como são difusas, essas demandas nunca tiveram voz antes. Um nobre folgado invadiu a minha casa, estuprou minhas galinhas e degolou o meu cachorro? Azar é meu. Ele fez porque pode. Mas, a partir do momento em que um grande número de pessoas como eu, sem poder, entrega sua representação a um partido, elas passam a ter poder. É isso que partidos fazem: juntam grandes quantidades dessas demandas difusas e assim reúnem apoio suficiente para agirem como nossos representantes. O grande poder dos partidos, portanto, provém das pessoas – da sociedade. Eles são poderosos porque representam muita gente.
Como viajar para o futuro
Resolvi aproveitar o fim de semana para falar aqui do assunto mais legal entre todos os assuntos: viagem no tempo. Afinal, “a distinção entre passado, presente e futuro é só uma ilusão, ainda que persistente”, como Einstein escreveu em 1955.
Mas por que ilusão? Poucas coisas são mais concretas que a
passagem do tempo. A gente nasce sabendo que as horas passam no mesmo
ritmo pra mim e pra você, que corremos para o futuro juntos… Só que não.
Einstein descobriu que a gente viaja pelo tempo toda hora.
Seu próprio corpo é uma máquina do tempo. É como se o tempo fosse não a
coisa etérea que ele parece ser, mas algo concreto. Um lugar. Uma
dimensão por onde a gente caminha, sem parar. Enquanto você está parado,
lendo isto aqui, os segundos continuam passando, certo?
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