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Golpistas perdem Cunha e agora?
O golpe parlamentar engendrado por partidos de oposição, como PSDB, DEM e Solidariedade, contra a presidente Dilma Rousseff sofreu um duro revés, nesta terça-feira 15, com a deflagração da Operação Catilinária, que teve como principal alvo o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).
Investigado por corrupção, evasão de divisas e lavagem de dinheiro, Cunha se aliou a políticos como Aécio Neves (PSDB-MG), Agripino Maia (DEM-RN), Paulinho da Força (SD-SP), Mendonça Filho (DEM-PE) e Carlos Sampaio (PSDB-SP) para tentar emplacar um golpe contra a presidente Dilma Rousseff, travestido pela palavra "impeachment".
Como um processo de impeachment exige um crime de responsabilidade, inexistente no caso de Dilma, a trama PSDB-Cunha, que ainda poderá levar o vice-presidente Michel Temer ao poder, representa apenas um golpe parlamentar.
Depois desta terça-feira, no entanto, Cunha dificilmente resistirá na presidência da Câmara.
IDH melhora em 2014, mas crise longa ameaça avanço
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| Índice de Desenvolvimento Humano continuou aumentando em 2014, mas turbulência econômica já se reflete em queda da renda |
Apesar da piora da economia nos últimos anos, o Brasil continuou
melhorando seu Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) ─ indicador
calculado anualmente pela ONU (Organização das Nações Unidas) que serve
como um parâmetro de bem estar da população.
No entanto, um dos componentes do índice deu seu primeiro sinal de
piora em 2014 – após anos consecutivos de alta, a renda média do
brasileiro teve uma queda de 0,74% na comparação com 2013, passando de
US$ 15.288 para US$ 15.175 (entenda ao final da matéria o cálculo que é
feito pelo princípio de "paridade de poder de compra").
O IDH é medido a partir de quatro indicadores: esperança de vida ao nascer; expectativa de anos de estudo ; média de anos de estudo (da população até o momento); e renda nacional bruta per capita (toda a renda do país dividida pelo número total da população).
Como os três primeiros indicadores continuaram melhorando, o IDH brasileiro passou de 0,752 em 2013 para 0,755 no ano passado.
Quanto mais perto de 1, melhor. No topo do ranking de 188 países, está a Noruega (0,944), e na lanterna, o Níger (0,348).
Já o Brasil caiu no ano passado uma posição no ranking ─ da 74ª para a 75ª ─ ao ser ultrapassado pelo Sri Lanka, um país insular ao sul da Índia. Isso aconteceu porque o Sri Lanka melhorou seu IDH em 2014 num ritmo um pouco mais veloz, passando de 0,752 para 0,757.
A coordenadora do Relatório de Desenvolvimento Humano (RDH) no Brasil, Andrea Bolzon, observa que a variação de uma posição em um ano não é relevante, pois a diferença entre países com pontuação muito próxima é bem pequena.
No entanto, trata-se da reversão de tendência, já que o país vinha subindo no ranking. Na comparação com 2009, o Brasil ainda ganha três posições, pois ultrapassou no período Azerbaijão, Jamaica, Jordânia e a República da Macedônia ─ que na ONU é oficialmente chamada de Antiga República Iugoslava da Macedônia.
O bom desempenho que o Brasil acumula nos últimos anos pode ser ilustrado na comparação com seus vizinhos: o país teve o maior crescimento de IDH da América do Sul entre 1990 e 2014.
Mas a crise afetou o IDH do Brasil?
O IDH é medido a partir de quatro indicadores: esperança de vida ao nascer; expectativa de anos de estudo ; média de anos de estudo (da população até o momento); e renda nacional bruta per capita (toda a renda do país dividida pelo número total da população).
Como os três primeiros indicadores continuaram melhorando, o IDH brasileiro passou de 0,752 em 2013 para 0,755 no ano passado.
Quanto mais perto de 1, melhor. No topo do ranking de 188 países, está a Noruega (0,944), e na lanterna, o Níger (0,348).
Já o Brasil caiu no ano passado uma posição no ranking ─ da 74ª para a 75ª ─ ao ser ultrapassado pelo Sri Lanka, um país insular ao sul da Índia. Isso aconteceu porque o Sri Lanka melhorou seu IDH em 2014 num ritmo um pouco mais veloz, passando de 0,752 para 0,757.
A coordenadora do Relatório de Desenvolvimento Humano (RDH) no Brasil, Andrea Bolzon, observa que a variação de uma posição em um ano não é relevante, pois a diferença entre países com pontuação muito próxima é bem pequena.
No entanto, trata-se da reversão de tendência, já que o país vinha subindo no ranking. Na comparação com 2009, o Brasil ainda ganha três posições, pois ultrapassou no período Azerbaijão, Jamaica, Jordânia e a República da Macedônia ─ que na ONU é oficialmente chamada de Antiga República Iugoslava da Macedônia.
O bom desempenho que o Brasil acumula nos últimos anos pode ser ilustrado na comparação com seus vizinhos: o país teve o maior crescimento de IDH da América do Sul entre 1990 e 2014.
Mas a crise afetou o IDH do Brasil?
Agora vai... PF faz busca e apreensão na casa de Cunha
A Polícia Federal está na porta da residência oficial da Câmara dos Deputados, com três carros isolando a área, para cumprir um mandado de busca e apreensão contra o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB).
A ação, batizada de Catilinária, foi pedida pela Procuradoria-Geral da República e teve aval do ministro do Supremo Tribunal Federal Teori Zavascki.
Cunha é acusado de receber US$ 5 milhões em propina de contratos de navios-sondas e também de um negócio fechado pela Petrobras na África que teriam abastecido contas no exterior mantidas pelo peemedebista e familiares na Suíça.
Saiba os 10 assuntos mais comentados no facebook em 2.015
O Facebook divulgou, na quarta-feira, 10, um balanço dos assuntos mais comentados na rede social em
2015. Entre os temas mundiais, chamam a atenção os atentados em Paris,
que, mesmo tendo acontecido no fim do ano – em 13 de novembro –, ficaram
em segundo lugar na lista.
No Brasil, destacam-se os temas
relacionados ao mundo político: o top 3 tem a presidente Dilma Rousseff,
o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o escândalo de corrupção na
Petrobras. Aécio Neves também figura na lista, assim como as prisões de
figurões da Fifa.O Facebook tem 1,55 bilhão de usuários ativos globalmente nos dias atuais – são 99 milhões no Brasil.
Confira, a seguir, a lista de assuntos mais comentados na rede social, no país e no mundo, em 2015:
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