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A persistência do ódio na sociedade brasileira


É fato inegável: há muito ódio, raiva, rancor, discriminação e repulsa na sociedade brasileira. Ela sempre existiu de alguma forma. Ou alguém acha que os milhões de escravos humilhados e feitos “peças” e as mulheres à disposição da volúpia sexual dos patrões e de seus filhos, não provocava surdo rancor e profundo ódio? É o que explica os centenas e centenas de quilombos por todas as partes no  Brasil. E o ódio dos patrões que com o chibata castigavam seus escravos desobedientes no pelourinho?
O ódio pertence à zona do de mistério. A própria Bíblia não sabe explica-lo e o vê já presente desde o começo, no jardim do Éden; o primeiro crime ocorreu com Caim que por inveja, que produz ódio, matou a seu irmão Abel. O mandamento era claro: ”Amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo”(Levítico 19,18; Mateus 5,43). O ódio é inimigo dos homens e de Deus e ele semeia a cizânia na terra (Mt 13,19).
Mas eis que vem Jesus e reverte a lógica do ódio: ”Amai vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem”(Mt 5, 44). Ele mesmo sucumbiu ao ódio de seus inimigos mas, aceitando livremente a morte, “venceu  a morte pela morte” e assim derrubou “o muro da inimizade que dividia a humanidade”(Ef 2,14-16). Prega e vive o amor incondicional para amigos e inimigos. Inaugurou assim uma nova etapa de nossa  humanização.
Mas esse ideal nunca se transformou em cultura nos países cristianizados. Estamos ainda no Velho Testamento do “olho por olho, dente por dente”.

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Teoria matemática explica por que conspirações estão fadadas ao fracasso


É difícil manter uma conspiração sob sigilo, afirmam cientistas, porque cedo ou tarde um dos conspiradores irá dar com a língua nos dentes.
Um estudo analisou por quanto tempo uma suposta conspiração pode "sobreviver" antes de ser revelada - de forma intencional ou não - ao público em geral.
David Grimes, da Universidade de Oxford, na Inglaterra, concebeu uma equação para expressar esse fenômeno, e aplicou a fórmula a quatro famosos conluios.
O trabalho foi publicado na revista científica Plos One.
A equação desenvolvida por Grimes, um físico que cursa pós-doutorado em Oxford, se baseia em três fatores: o número de conspiradores envolvidos, o tempo passado desde o evento e a possibilidade intrínseca de uma conspiração falhar.