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O Paradoxo da Unificação - Quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis do Autismo
O paradoxo da unificação: quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis e acirra a disputa por voz, recursos e políticas p...
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Decisão do TRF-5 expõe arbitrariedade do Estado ao reter medicamentos essenciais de pacientes com prescrição médica; desembargador cla...
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O cenário político no Paraná apresenta um fenômeno singular às vésperas da corrida eleitoral de 2026. De um lado, um governador que oste...
Último teste para um transplante de cabeça foi feito. E deu certo
O médico italiano Sergio Canavero, que pretende fazer o primeiro transplante de cabeça da história, afirmou que o procedimento foi bem-sucedido em um treinamento feito em cadáveres. Canavero caracterizou o teste como o “último passo para um transplante de cabeça formal”, de acordo com o britânico The Telegraph.
O teste bem-sucedido revela que a técnica desenvolvida por Canavero, apesar de muito controversa, pode funcionar. O transplante de cabeça envolverá um trabalho delicadíssimo de conexão envolvendo a espinha, diversos nervos e vasos de sangue.
O que diz a última mensagem enviada ao espaço em busca de vida extraterrestre
Somos os únicos habitantes do universo? Ou em algum canto do espaço infinito existem outras civilizações, inclusive mais avançadas que a nossa?
Erros em hospitais matam 3 pessoas a cada 5 minutos no Brasil
Enganos na prescrição de remédios, uso inadequado de equipamentos e infecções hospitalares tiraram a vida de 302.610 brasileiros ao longo de 2016 – são 829 mortes por dia, três a cada cinco minutos.
Esses erros banais – chamados no jargão médico de “eventos adversos” – são a segunda maior causa de morte no país: só ficam atrás de doenças cardiovasculares, responsáveis por 950 mortos a cada 24 horas. Os dados, coletados em hospitais públicos e particulares, são de um relatório produzido pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e divulgado hoje (22).
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