O Paradoxo da Unificação - Quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis do Autismo
O paradoxo da unificação: quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis e acirra a disputa por voz, recursos e políticas p...
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"Frente democrática" de Haddad sofre com falta de apoio
Apesar do recente escândalo de compra de disparos de mensagens antipetistas no Whatsapp, supostamente envolvendo o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) e investigado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e pela Polícia Federal, as dificuldades enfrentadas pelo candidato à Presidência Fernando Haddad (PT) para conseguir virar o jogo contra o ex-capitão não param de se avolumar a pouco mais de uma semana do segundo turno.
Bolsonaro tratará MST e MTST como terroristas
O candidato ao Planalto pelo PSL, Jair Bolsonaro, afirmou neste domingo que não encaminhará nenhuma proposta ao Congresso Nacional sem antes debater com seus integrantes e citou como uma das primeiras medidas um projeto para tipificar atos do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) como terrorismo.
Nem Bolsonaro nem Haddad: eleitores optam por votar nulo no segundo turno
Tássia Farssura (foto acima), eleitora paulistana, não enxerga saída em Haddad, mas também não acredita em Bolsonaro.
Bruno Santos* tem 21 anos e não vai escolher um candidato a presidente no próximo dia 28. Em sua opinião, há um acirramento na disputa destas eleições, mas as urnas são apenas um reflexo das ruas, que já vêm sendo palco de atos de intolerância contra as minorias há tempos. “Para mim, votar nesse segundo turno significa alimentar uma narrativa cheia de dicotomias heroicas, esquerda contra a direita, o bom contra o mau candidato. Seja quem vença as eleições, o cenário não muda.
Por que o Brasil sempre precisa ser governado por algum "deus"?
Milhões de evangélicos e católicos se dispõem a votar no novo deus, o capitão Bolsonaro. Existe, entre crentes e agnósticos nesse país, uma inclinação a querer ser governados não por um político normal e sim por um deus, capaz de resolver todos os seus problemas. Primeiro foi Getúlio Vargas. Adorado pelas massas, de agnóstico acabou, por conveniência, flertando com os católicos e introduziu o ensino da religião na escola pública. Acabou se suicidando com um tiro no coração. Depois veio Lula, o deus da boa nova, o que trazia o Brasil ao paraíso reencarnado. Havia antecipado o futuro. É católico e foi comparado a Jesus Cristo. Acabou na cadeia condenado por corrupção. E agora vem o deus Bolsonaro que já foi católico e agora é evangélico.
Estado Laico e Laicismo: Separação Religiosos e Políticos
Deveria ser de conhecimento de todos que o Brasil tem por um de seus pilares constitucionais o estado laico, que significa a ausência de uma religião oficial, bem como uma postura imparcial frente a todas as formas de religião.
Infelizmente, muitos direitos constitucionais inalienáveis são desrespeitados por interesses políticos ou por ingenuidade do próprio povo que aceita, passivamente, determinadas ações governamentais.
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