O Paradoxo da Unificação - Quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis do Autismo

  O paradoxo da unificação: quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis e acirra a disputa por voz, recursos e políticas p...

O que acontece depois da morte?



A morte não é um fato pontual; na verdade, não existe uma definição única de morte. Não é a mesma coisa estar legalmente morto para ser enterrado e ser dado como morto para que seus órgãos sejam transplantados. Mas aqui vamos tratar do processo biológico que chamamos de morte, e do que ocorre depois que ele acontece. Este é um consultório científico, e vamos falar de ciência.

O que acontece quando deixamos de respirar, os nossos órgãos param de funcionar, o sangue não flui mais e, consequentemente, interrompe-se a atividade cerebral?

Dia de Finados: como a celebração dos mortos, que nasceu entre os pagãos, foi incorporada pela Igreja



"Do Senhor é a terra e a sua plenitude, o mundo e aqueles que nele habitam./ Porque ele a fundou sobre os mares, e a firmou sobre os rios./ Quem subirá ao monte do Senhor, ou quem estará no seu lugar santo?/ Aquele que é limpo de mãos e puro de coração, que não entrega a sua alma à vaidade, nem jura enganosamente./ Este receberá a bênção do Senhor e a justiça do Deus da sua salvação."
Esses são os primeiros versículos do Salmo 24, oração bíblica presente na liturgia católica para o Dia de Finados (2 de novembro), quando se celebram os mortos.

Bolsonaro diz que ministério não terá condenados por corrupção



O presidente eleito Jair Bolsonaro disse nesta quarta-feira que seu ministério não terá integrantes condenados por corrupção e afirmou que os anúncios de nomes serão feitos por meio de suas redes sociais, desautorizando informações que venham de fora delas.

“Nossos ministérios não serão compostos por condenados por corrupção, como foram nos últimos governos.

Os planos de Bolsonaro para ampliar o porte de arma e a legítima defesa



Em uma entrevista concedida a várias redes de TV na noite de segunda-feira, o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) defendeu conceder o porte (direito de carregar arma) e a posse (poder ter uma arma em casa) para a população, e falou sobre ampliar o conceito de excludente de ilicitude, que são as condições legais que podem ser alegadas por alguém para poder matar sem punição. Na prática, a proposta implicaria em alterações no código penal e na revogação do Estatuto do Desarmamento, conjunto de leis sancionado em 2003 pelo então presidente Lula e que, segundo estudos, foi responsável por salvar mais de 160.000 vidas.

Os obstáculos de Bolsonaro num Congresso fragmentado



Ao longo da sua carreira parlamentar, o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) não se destacou pela participação em complexas negociações políticas ou pela aprovação de projetos notáveis. Na sua campanha eleitoral, ele atacou a velha forma de fazer política no Congresso e saiu vitorioso sem depender de alianças partidárias relevantes.

No comando do Planalto, porém, o ex-capitão será obrigado a negociar com outras forças se quiser aprovar seus projetos, que incluem desde pautas que envolvem a liberalização do acesso a armas de fogo até reformas como a da Previdência.