O Paradoxo da Unificação - Quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis do Autismo

  O paradoxo da unificação: quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis e acirra a disputa por voz, recursos e políticas p...

Por que mais de 900 pessoas se mataram por causa deste homem?

Jim Jones pregava um cristianismo de cunho socialista

Até os ataques de 11 de setembro, a maior tragédia envolvendo ações deliberadas contra civis americanos teve lugar em meio à floresta amazônica, no território da Guiana. Há exatamente 37 anos.
Em 18 de novembro de 1979, 918 pessoas morreram em um misto de suicídio coletivo e assassinatos em Jonestown, uma comuna fundada por Jim Jones, pastor e fundador do Templo Popular, uma seita pentecostal cristã de orientação socialista.
Embora algumas pessoas tenham sido mortas a tiros e facadas, a grande maioria pereceu ao beber, sob as ordens do pastor, veneno misturado a um ponche de frutas.
Foi um fim trágico para um projeto utópico iniciado em 1956, no estado americano de Indiana. Apesar de promover curas "milagrosas" fraudulentas, Jones promoveu ideais igualitários, como impor vestuário modesto para os frequentadores de cultos, distribuição de comida gratuita e mesmo o fornecimento de carvão para famílias mais pobres no inverno, o que atraiu um imenso contingente de fiéis de perfis raciais mais diversos.

Mapa quantifica pela primeira vez água escondida debaixo da terra no mundo

Os países mais e menos religiosos do planeta




País onde a maior parte dos entrevistados se diz religioso, a Tailândia tem maioria budista

Países africanos, do Oriente Médio e do Leste europeu parecem estar se tornando cada vez mais religiosos, enquanto que os europeus ocidentais, menos. É o que diz uma pesquisa da empresa WIN/Gallup, feita com 64 mil pessoas em 65 países.
De acordo com o levantamento, o país que lidera o ranking de mais religiosos é a Tailândia, onde 94% dos entrevistados se disseram crentes. A nação menos religiosa, por outro lado, é a China, onde somente 7% disseram seguir algum credo.
Nenhum dos sete países latino-americanos onde a pesquisa foi feita aparece entre os dez países mais religiosos – o Brasil está em 23º lugar, com 79% dos entrevistados se dizendo crentes.
Colômbia e Peru estão mais acima, com 82% dos entrevistados declarando-se religiosos. A Argentina e o México, por outro lado, registraram os maiores número de ateus convictos entre os latino-americanos entrevistados.
A pesquisa foi feita através de entrevistas pessoais, por telefone ou pela internet.

Preconceitos, Discriminações e Poder


As diferenças são as essências da condição humana, da humanidade, dos indivíduos e das individualidades, que convergem quando vivemos em coletividade e sociedade, porque somos animais racionais, que vivem e se unem para sobreviver, a ter como combustível principal dessa química a solidariedade, que produz união, e, consequentemente, a tolerância, a paciência, a resignação, a generosidade, a compreensão, sendo que todas essas virtudes juntas, formam o amor, que também se traduz na luta para que os interesses comuns sejam concretizados.
A humanidade não teria condições de sobreviver se não fosse a solidariedade, que se baseia no amor e nos interesses comuns de uma nação, de um estado, de uma cidade, de um bairro, de uma vila, de uma rua e de uma família. Todos estamos no mesmo barco, que é o planeta Terra, a nave-mãe que nos transporta no decorrer de toda uma existência por mais curta que ela seja.
Contudo, a humanidade teima em errar, a trilhar por veredas tortuosas, que sempre terminam em conflitos morais, religiosos, políticos, ideológicos, sexistas, étnicos, raciais, de classe social e de nacionalidade. São conflitos que, aparentemente, são impossíveis de serem solucionados e discutidos, porque, evidentemente, muitos deles acabam em guerras, tanto no âmbito de nações contra nações, países contra países, quanto em termos localizados, quando são deflagrados conflitos violentos, no que concerne às questões religiosas, étnico-raciais e sexistas, como ocorre, inclusive e até de maneira mais comum e repetitiva, nos países desenvolvidos, a exemplo de França, Estados Unidos, Itália e Inglaterra, dentre muitos outros.

Vinícola de dois mil anos é encontrada às margens do Rio Nilo, no Egito



Arqueólogos acabam de confirmar que os antigos egípcios também sabiam apreciar um bom vinho. Durante uma escavação às margens do Rio Nilo, eles encontraram uma vinícola de aproximadamente dois mil anos. As ruínas datam do período greco-romano, que durou do século IV a.C até o século VII d.C.

A estrutura continha várias câmaras aparentemente construídas para controlar a temperatura onde o vinho era armazenado.