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| Jim Jones pregava um cristianismo de cunho socialista |
Até os ataques de 11 de setembro, a
maior tragédia envolvendo ações deliberadas contra civis americanos teve
lugar em meio à floresta amazônica, no território da Guiana. Há
exatamente 37 anos.
Em 18 de novembro de 1979, 918 pessoas
morreram em um misto de suicídio coletivo e assassinatos em Jonestown,
uma comuna fundada por Jim Jones, pastor e fundador do Templo Popular,
uma seita pentecostal cristã de orientação socialista.Embora algumas pessoas tenham sido mortas a tiros e facadas, a grande maioria pereceu ao beber, sob as ordens do pastor, veneno misturado a um ponche de frutas.
Foi um fim trágico para um projeto utópico iniciado em 1956, no estado americano de Indiana. Apesar de promover curas "milagrosas" fraudulentas, Jones promoveu ideais igualitários, como impor vestuário modesto para os frequentadores de cultos, distribuição de comida gratuita e mesmo o fornecimento de carvão para famílias mais pobres no inverno, o que atraiu um imenso contingente de fiéis de perfis raciais mais diversos.




