O Paradoxo da Unificação - Quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis do Autismo

  O paradoxo da unificação: quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis e acirra a disputa por voz, recursos e políticas p...

Sair pelado, perder os dentes... Por que sonhamos com as mesmas coisas?



Faz anos que você deixou de ser estudante, mas está no ônibus a caminho de uma prova. Está atrasadíssimo e, além disso, o ônibus mudou de trajeto sem avisar. Consegue fazer com que o ônibus pare e desce correndo para a faculdade, apesar de estar descalço. Na verdade, está completamente nu. Quando chega, não consegue encontrar a sala de aula, e seus colegas não sabem de que exame você está falando.

“O sexo de neandertais com outras espécies demonstra que eram muito mais sociáveis do que nós”



Os neandertais mantiveram relações com os Homo sapiens. Não só sociais, mas também sexuais. Sabemos disso porque o biólogo sueco Svante Pääbo (Estocolmo, 1955) sequenciou o genoma dos restos de uma menina encontrados nos montes Altai, na Sibéria, e demonstrou que era filha de mãe neandertal e pai sapiens.

Conheça o homem que idealizou engenhocas espaciais no século XVII



Uma das primeiras descrições de máquinas projetadas para viajar ao espaço apareceu em um livro francês chamado "Voyage dans la Lune"  ("Viagem à Lua"), publicado em 1657. Na obra, uma ilustração mostra um artefato formado por uma caixa grande o suficiente para alojar uma pessoa, coberta por um teto de cristal  e espelhos para refletir a luz do sol.

Buracos brancos espaciais funcionariam como o oposto dos buracos negros



Todos já ouviram falar nos buracos negros, mas pouca gente conhece os menos famosos buracos brancos. Ao que parece, esses últimos se comportam de forma exatamente oposta aos primeiros.  No entanto, até o momento eles existem somente nos cálculos matemáticos de físicos e astrônomos.

Os animais têm consciência de seu sofrimento?



Será que os animais têm consciência de seu sofrimento? A pergunta é tão profunda que parece estar além do alcance da ciência. Afeta diretamente um dos problemas mais fundamentais na singular hierarquia dos filósofos: a questão dos qualia, como a sensação de vermelhidão que o vermelho nos induz, ou a dor consciente que a crueldade nos produz. Mas as políticas para aliviar o sofrimento animal − ou para evitá-lo − dependem totalmente da ciência. Será que os animais sentem, sofrem, e portanto têm algum tipo de direito?