O Paradoxo da Unificação - Quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis do Autismo

  O paradoxo da unificação: quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis e acirra a disputa por voz, recursos e políticas p...

As lições da pior pandemia da história



Durante a pior pandemia da história, os doentes viam uma imagem apavorante antes de morrer. Uma figura negra com um chapéu de aba larga os olhava do outro lado de óculos redondos. Sua cara era de pássaro, com um bico comprido e disforme. Em uma de suas mãos enluvadas, segurava uma vara longa com a qual examinava o paciente, na maioria das vezes apenas para comprovar se já estava morto. Era o médico da peste.
Este traje é atualmente uma das fantasias mais populares no Carnaval de Veneza. Remonta às epidemias de peste que assolaram a Europa e chegaram a aniquilar um terço da sua população. Em muitas ocasiões, a taxa de letalidade era quase de 100%. Ignorava-se sua origem, sua causa, sua forma de contágio, seu tratamento. Causava tanto terror que se evitava nomeá-la, recorrendo-se a eufemismos como “o mal que corre”.

PANDEMIA CORONAVÍRUS - Brasil pode passar de 1 milhão de casos e 80 mil mortes, diz estudo



O mais recente boletim "Covid-19 em Dados: Projeções" produzido por um grupo de especialistas da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e apresentado com exclusividade a CNN, afirma que, se não houver medidas mais severas de controle da Covid-19, a marca de 1 milhão de pessoas infectadas da doença no país será ultrapassada, em menos de um mês, entre os dias 21 e 22 de junho.

Nas mesmas condições, entre os dias 28 e 29, o estudo prevê que o Brasil passará de 80 mil mortes pelo novo coronavírus. Atualmente, segundo dados do Ministério da Saúde, há 347.398 casos e 22.013 vítimas confirmadas. Especialistas alertam que previsões com mais de sete dias podem diminuir a possibilidade de acertos e avaliam perspectivas de avanço e de contenção da doença.
De acordo com o documento, para o dia 30 de junho, a estimativa exata apresentada é de 1.279.237 casos confirmados, podendo flutuar entre 1.231.761 a 1.326.714. Nesta mesma data, a estimativa pontual é que o Brasil tenha 84.144 mortes da Covid-19, número que pode ficar dentro da previsão de 82.373 a 85.915 mortes.

A NASA encontrou um universo paralelo? Onde o tempo é invertido? Não é bem assim



Uma notícia fantástica a respeito da descoberta de evidências da existência de um universo paralelo circulou nos últimos dias. Segundo os relatos, observações feitas por cientistas da NASA sugeriam que nesse universo o tempo passaria ao contrário. Mas o que há de verdade nessa história? A agência espacial dos Estados Unidos estaria realmente por trás da pesquisa?

A informação surgiu originalmente em uma reportagem publicada na revista Science Alert. Segundo o texto, uma equipe de cientistas que trabalhava em um experimento na Antártida encontrou partículas de energia que se comportavam de forma anômala. De acordo com os pesquisadores, elas agiam exatamente ao contrário do que era esperado.

E AGORA? - Cientistas encontram sete novos coronavírus em morcegos na África



O mundo já está familiarizado com o SARS-CoV-2. Nem precisa de muita explicação para que todos se lembrem que essa sigla faz referência ao causador da Covid-19, doença pandêmica que já atingiu mais de 4 milhões de pessoas ao redor do globo. 

Você também sabe que ele é chamado de novo coronavírus. Esse nome não é à toa, afinal, não é a primeira vez que nos deparamos com um membro indesejado dessa família. Em 2002, o SARS-CoV-1 surgiu na China e foi responsável por causar a Síndrome Respiratória Aguda Grave, que matou cerca de 800 pessoas. Dez anos depois, o MERS-CoV apareceu na Arábia Saudita, sendo o causador da Síndrome Respiratória do Oriente Médio, que somou 850 mortes. Existem outros quatro tipos de coronavírus que infectam humanos, mas provocam apenas resfriados comuns. Sem contar os coronavírus que circulam apenas entre animais e não conseguem passar para humanos.

Endêmico: entenda o que é o possível próximo estágio do novo coronavírus



Nesta semana, a OMS (Organização Mundial da Saúde) declarou que não é possível prever quando, e se, o novo coronavírus (Sars-CoV-2) vai desaparecer, afirmando ainda que ele pode se tornar endêmico —igual a outros vírus, como o HIV.

"É importante colocar isso sobre a mesa. Esse vírus pode se tornar mais um vírus endêmico em nossa comunidade E pode nunca desaparecer. O HIV nunca desapareceu. Encontramos as terapias e as pessoas não têm mais o mesmo medo", disse Mike Ryan, especialista em emergências da OMS durante entrevista. "Precisamos ser realistas", afirmou.
O especialista ainda lembra que a descoberta da vacina não significa um controle rápido da doença. "A ciência pode vir com uma vacina. Mas depois teremos de oferecer a imunização e as pessoas vão ter de aceitar tomá-la", afirmou. "Cada etapa desse processo tem desafios", disse. "Não há promessas, nem datas, pode ser um problema de longo prazo ou não", insistiu.