O Paradoxo da Unificação - Quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis do Autismo

  O paradoxo da unificação: quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis e acirra a disputa por voz, recursos e políticas p...

Rússia libera vídeo secreto de teste com a bomba nuclear mais poderosa do mundo


 

Em 1961, a União Soviética testou a bomba nuclear mais potente já produzida. No dia 30 de outubro daquele ano, a RDS-220, ou Tsar Bomba ("Bomba do Czar"), explodiu com a força de mais de 50 milhões de toneladas de TNT. Agora, imagens confidenciais da explosão foram liberadas pela primeira vez, em um documentário produzido pela agência estatal atômica da Rússia.

A Tsar Bomba era um monstro de 8 metros de altura e 2,6 metros de diâmetro, que pesava mais de 27 toneladas, e causou a maior explosão provocada por seres humanos na história. Ela era tão poderosa que seu clarão foi visto a mais de mil quilômetros de distância do local do teste, a ilha de Nova Zembla, no oceano Ártico.

Espermatozoides nadam como “giro de pião”, e não balançando o flagelo



Você deve se lembrar da figura de um espermatozoide dos livros de ciências: uma pequena e alongada célula com um flagelo – ou, em termos nada científicos, “rabinho” – que balança de um lado para o outro para impulsioná-lo para frente. Por mais de três séculos, a ciência considerou que isso fosse verdade, mas um novo estudo revelou que o movimento dos espermatozoides é mais complexo do que isso – ele se assemelha ao “giro” de um pião.

Uma das primeiras observações feitas de um espermatozoide em um microscópio foi descrita pelo holandês Antonie van Leeuwenhoek em 1678. Na época, como as técnicas de microscopia ainda eram recentes e precárias, o cientista escreveu que a célula nadava movimentando seu rabo de um lado para o outro em um fluido, como uma cobra ou uma enguia na água. Desde então, essa tem sido a visão da ciência sobre o movimento, sem muitos questionamentos.

A física quântica tem a resposta sobre quem veio primeiro: o ovo ou a galinha



O paradoxo do "ovo e da galinha" foi proposto pela primeira vez pelos filósofos na Grécia Antiga para descrever o problema de determinar causa e efeito. Qual dos dois veio antes?  Uma equipe de cientistas da Universidade de Queensland, na Austrália, e do Instituto NÉEL, da França, comprovou que tanto o ovo como a galinha vieram primeiro. A resposta para essa conclusão confusa está na física quântica.

"A estranheza da mecânica quântica significa que os eventos podem acontecer sem uma ordem estabelecida", disse a Drª Jacqui Romero, do departamento de física da Universidade de Queensland. “Pegue o exemplo de sua ida diária ao trabalho, onde você viaja em parte de ônibus e em parte de trem. Normalmente, você pegaria o ônibus e depois o trem, ou o contrário. Em nosso experimento, esses dois eventos podem acontecer primeiro", disse Romero. "Isso é chamado de 'ordem causal indefinida' e não é algo que podemos observar em nossa vida cotidiana", completou.

O lugar onde as mulheres não têm direito de dizer seus próprios nomes



Existe um país onde as mulheres não podem dizer seu nome. Esse lugar é o Afeganistão. Lá, por motivos culturais, a identidade feminina é um tabu, mas uma campanha quer mudar essa situação. 

No Afeganistão, o nome das mulheres não costuma aparecer nas certidões de nascimento, de casamento ou óbito. De acordo com a tradição do país, as famílias afegãs forçam as meninas a manter suas identidades em segredo desde crianças. Geralmente, elas são conhecidas apenas como mãe, filha ou irmã do homem mais velho da família.

China registra sua primeira patente de vacina contra a covid-19 e anuncia que pode iniciar produção em breve

 


A China registrou em seu órgão de propriedade intelectual uma das suas propostas de vacina contra a covid-19, para começar a ser “produzida em massa dentro de um breve período de tempo”, conforme anúncio feito nesta segunda-feira, sem um prazo específico. O projeto patenteado se encontra na terceira fase de testes, a última antes da implantação.

Essa vacina foi desenvolvida pelo Instituto Científico Militar e pela companhia biofarmacêutica local CanSino Biologics. Depois dos testes com militares do Exército chinês, os países Arábia Saudita, Rússia, Brasil e Chile se ofereceram para sediar as últimas pesquisas.