O Paradoxo da Unificação - Quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis do Autismo

  O paradoxo da unificação: quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis e acirra a disputa por voz, recursos e políticas p...

Foto sugere existência de bases alienígenas na Terra


Uma imagem obtida de um celular está levantando teorias sobre a existência de bases alienígenas na Terra entre os aficionados por ufologia e vida alien.

Vida extraterrestre: os planetas habitados girariam mais rapidamente?



Segundo uma equipe de cientistas da Universidade Columbia, em Nova York, a velocidade com que um planeta gira pode mostrar sinais de uma provável existência de vida em sua superfície. Conforme destacou o astrônomo Caleb Scharf, a presença de uma biosfera e seres vivos em um planeta influi na velocidade de sua rotação.

Bilionários se preparam para o fim da civilização



—Alô?
—Até que enfim, senhor DeMarest. Escute-me bem. O senhor precisa estar no aeródromo de Saint-Rémy em 16 minutos.
—Como? O quê? E que horas são?
—8h34. Estamos tentando entrar em contato com o senhor e sua esposa há três horas para evacuá-los.
No terceiro episódio da festejadíssima série francesa L’Effondrement (”O colapso”), um bilionário protagoniza uma corrida contra o relógio para pegar um avião exclusivo para fugir da falência da civilização tal como a conhecemos. O capítulo mostra o instinto de sobrevivência e a falta de escrúpulos desse membro do afortunado 1% da humanidade, uma reflexão que a ficção amplia no sétimo capítulo narrando a angustiante odisseia de uma mulher, ministra neste caso, tentando chegar a uma ilha onde pode encontrar refúgio. Apesar de ser uma série distópica, sua abordagem do comportamento das elites em um potencial colapso da civilização está longe da pura ficção científica. A crise do coronavírus, juntamente com a ameaça do terrorismo e da mudança climática, aumentou o medo das classes privilegiadas e cada vez mais pessoas apostam em estar preparadas para um possível apocalipse, disparando rapidamente a demanda por bunkers e refúgios. De Vale do Silício a Wall Street, passando por Marbella, é assim que os ricos estão se preparando para o fim do mundo.

Como funciona a eleição para Presidente dos Estados Unidos?

 

A eleição presidencial de 3 de novembro nos Estados Unidos é apenas um dos capítulos de uma trama complexa.

A corrida para a Casa Branca representa apenas uma etapa de um processo longo e complicado no qual o voto é indireto e uma instituição em particular, o Colégio Eleitoral, tem um papel-chave.

Saiba a seguir como funciona o sistema eleitoral que vai escolher o próximo presidente dos Estados Unidos, a mais poderosa democracia do planeta.

1. O que é o Colégio Eleitoral?

Nas eleições presidenciais dos Estados Unidos, o presidente e vice-presidente não são eleitos diretamente pelo voto dos cidadãos.

Na verdade, os eleitores (cerca de 218 milhões estão habilitados a votar, embora ele não seja obrigatório) escolhem o Colégio Eleitoral.

Este órgão é composto por um total de 538 delegados provenientes de todos os Estados, incluindo Washington DC.

Idosos e crianças primeiro? Como foi distribuída vacina contra H1N1 e quais lições valem para a covid-19


 

Em meio à ansiedade generalizada para a aprovação de uma vacina segura e efetiva contra a covid-19, especialistas seguram a expectativa de que uma solução para conter a pandemia estará disponível a toda a população a partir de dezembro de 2020 ou no início de 2021.

O recado veio na quarta-feira (14/10) pela cientista-chefe da Organização Mundial da Saúde (OMS), Soumya Swaminathan. "Para uma pessoa comum, jovem e saudável, talvez seja necessário aguardar até 2022 para ter a vacina".

De acordo com a análise, é provável que o mundo tenha um imunizante ainda em 2021, mas ele deverá ficar restrito num primeiro momento a profissionais da saúde, idosos e pessoas com doenças crônicas, como diabetes e hipertensão.