O Paradoxo da Unificação - Quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis do Autismo

  O paradoxo da unificação: quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis e acirra a disputa por voz, recursos e políticas p...

Por que ainda não temos carros voadores?


A fantasia em torno de carros voadores vem cativando a humanidade há décadas, incentivada por histórias em quadrinhos, livros de ficção científica, programas de TV e filmes.
Nos anos 1960, o desenho animado americano Os Jetsons tinha como cenário uma utopia futurista chamada Orbit City, onde moradores viviam em torres e se deslocavam em carros voadores. Esses veículos tinham uma capota de vidro em forma de bolha, um aspecto que também apareceria nos salões de automóvel de Detroit naquela época e nos designs de engenheiros independentes como Ed Roth, o Big Daddy, criador do Beatnik Bandit, e Dean Jeffries, o nome por trás do Mantaray.
Na década de 1970, a Landspeeder X-34 de Luke Skywalker também apostava no visual de bolha. Nos anos 1980, os spinners do filme Blade Runner, O Caçador de Androides foram desenhados pelo renomado ilustrador e futurista Sy Mead, que teria se irritado profundamente quando viu que suas fantásticas criações foram usadas em tons sombrios nas telas.

Quem defende a ditadura deve ser preso por apologia ao crime

Filósofo Vladimir Safatle afirma que "quem tá pedindo golpe militar, pede tortura, pede terrorismo de Estado, pede assassinato, pede censura"; segundo ele, "essas pessoas não deveriam estar na rua, deveriam estar na cadeia respondendo processo"

O professor de Filosofia da USP, Vladimir Safatle, afirma que aqueles que defendem a volta da ditadura militar deveriam ser presos por apologia ao crime.
"Quem tá pedindo golpe militar, pede tortura, pede terrorismo de Estado, pede assassinato, pede censura, quem quer as causas quer as consequências. Não existe isso. Você naturalizou essa coisa num nível absolutamente estrondoso.

Vestígios de refúgio nazista são encontrados na Argentina, dizem arqueólogos

Evidência sugere haver três edifícios de pedra, com muros de até 3m de espessura numa região de selva da Argentina
A lenda de um esconderijo nazista na selva de Misiones, na Argentina, se arrasta há décadas mas, agora, pesquisadores parecem estar prestes a confirmar a tese, mas com uma importante ressalva.
O que se sabe é que a tal casa era composta por três grandes prédios construídos em meio ao que agora é o parque Teyú Cuaré, perto da fronteira com o Paraguai.
Acreditava-se que as grossas paredes de pedra, de até 3 m de espessura, fossem vestígio de uma antiga missão jesuíta que foi reformada e chegou a acomodar o secretário pessoal de Adolf Hitler, Martin Bormann, que desapareceu após o fim da Segunda Guerra.
Agora, pesquisadores da Universidade de Buenos Aires (UBA) disseram acreditar que estas paredes foram construídas por ordem da Alemanha para servir como refúgio para a hierarquia nazista no caso de uma eventual derrota na Segunda Guerra Mundial.

Fim do Brasil? Operários aham que não

Enquanto líderes da oposição vendem a 'desindustrialização' do País e alguns catastrofistas do mercado financeiro falam até em 'fim do Brasil', a Fiat apresentou nesta terça-feira, em Goiana (PE), o Jeep Renegade, que será produzido na sua fábrica pernambucana; também nesta terça, o Banco Central anunciou o volume de investimentos diretos recebidos pelo País em fevereiro: US$ 2,8 bilhões; alta do dólar favorece uma política de substituição de importações que fará com que bens de maior valor agregado, em vez de importados, sejam produzidos localmente; durante muitos anos, Goiana foi conhecida apenas por um lendário restaurante onde se vendia um famoso caranguejo; a partir de agora, é o mais novo pólo industrial do País

- Você, certamente, já ouviu falar na suposta "desindustrialização" do Brasil. É um dos motes mais usados por lideranças da oposição, a começar pelo senador José Serra (PSDB-SP), que utiliza essa expressão dia sim, dia não. No mercado financeiro, correntes mais catastrofistas, como da consultoria Empiricus, vendem até o "fim do Brasil", como se o País estivesse prestes a implodir.

Para o governo, mesmo com 10%, o pior está passando

 "Apesar dos parcos 10,8% de aprovação na pesquisa MDA/CNT, divulgada ontem, o Governo avalia que está saindo das cordas, depois da borrasca da semana passada em que o tempo fechou nas ruas, com os protestos do dia 15, e no Congresso, com o confronto entre o PMDB e o ex-ministro Cid Gomes", diz; segundo a jornalista, alguns fatos recentes já são contabilizados como "reversão do que pode ter sido o pior momento de Dilma desde sua primeira eleição, em 2010"; entre eles estão a injeção de ânimo no mercado com a expectativa de um anúncio de corte drástico nas despesas de custeio, a melhora do ambiente político e a promessa da presidente em manter o diálogo

Apesar dos parcos 10,8% de aprovação na pesquisa MDA/CNT, divulgada ontem, o Governo avalia que está saindo das cordas, depois da borrasca da semana passada em que o tempo fechou nas ruas, com os protestos do dia 15, e no Congresso, com o confronto entre o PMDB e o ex-ministro Cid Gomes. Alguns fatos já eram contabilizados na segunda-feira como sinais de reversão do que pode ter sido o pior momento de Dilma desde sua primeira eleição, em2010. Entre eles: