O Paradoxo da Unificação - Quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis do Autismo

  O paradoxo da unificação: quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis e acirra a disputa por voz, recursos e políticas p...

Presidente da Volkswagen renuncia após escândalo de manipulação nos EUA

"A Volkswagen precisa de um novo começo, também em termos pessoais. Com minha renúncia deixo o caminho livre", disse Martin Winterkorn.

O presidente da Volkswagen, Martin Winterkorn, renunciou nesta quarta-feira ao cargo pelo escândalo de manipulação das emissões de gases poluentes nos veículos a diesel nos estados Unidos, informou a empresa alemã.
Winterkorn apresentou sua demissão após uma reunião do conselho de supervisão para discutir a crise, que afetou 11 milhões de veículos.
"A Volkswagen precisa de um novo começo, também em termos pessoais. Com minha renúncia deixo o caminho livre", disse Winterkorn.
"Estou impressionado com os eventos dos últimos dias, sobretudo, estou chocado de uma conduta errada nesta escala ter sido possível no grupo Volkswagen", disse Winterkorn.
"Admito como presidente a responsabilidade pelas irregularidades encontradas nos motores a diesel, e por isso pedi ao comitê de supervisão que chegue a um acordo para encerrar minha função como presidente do consórcio", disse.

Os limites do 'golpismo paraguaio'


Após quase dez meses de massacre diário, promovido pela ampla maioria da mídia tradicional, período em que Governo Federal mostrou graves limitações de natureza política e assim colaborou para o desgaste a que está submetido – após quase 10 meses – a oposição, capitaneada pela direita, ganhou: desgastou o Governo e, ao mesmo tempo, seu programa tornou-se hegemônico no Governo; promoveu o início de um “ajuste”, através do Governo, e mostrou-se contra o “ajuste”, porque ele é “fraco”; teve vários dos seus líderes denunciados, mas as denúncias não levaram a nenhum desgaste.

Só que agora oposição não sabe o que fazer, mas sabe que não pode ajudar o país a sair da crise, porque isso poderia bloquear as suas pretensões em 2018. Boa parte da oposição não quer o impedimento porque certamente o PMDB pediria que esta oposição assumisse as rédeas da macroeconomia do país.

Charges do dia - síndrome de abstinência...

Charge do Nani

Charge do Duke

Charge do Mariano

Coluna do Paulo Roberto - Audiências de Custódia




Caros (as) leitores (as) hoje em nossa coluna trataremos sobre as chamadas “Audiências de Custódias”, este tipo de audiência esta previsto no Pacto de San José da Costa Rica (Convenção Americana de Direitos Humanos), seguramente, é um dos tratados internacionais mais importantes no que diz respeito à proteção dos direitos humanos e das garantias individuais, esse tratado foi elaborado no ano de 1969, com objetivo de consolidar entre os países um regime de liberdade pessoal e justiça social, o Brasil passou a ser signatário deste tratado no ano de 1992.

Este tratado em seu artigo 7°, item 5, tem a seguinte redação:

5. Toda pessoa presa, detida ou retida deve ser conduzida, sem demora, à presença de um juiz ou outra autoridade autorizada por lei a exercer funções judiciais e tem o direito de ser julgada em prazo razoável ou de ser posta em liberdade, sem prejuízo de que prossiga o processo. Sua liberdade pode ser condicionada a garantias que assegurem o seu comparecimento em juízo.”

Basicamente, esse dispositivo permite ao cidadão, uma vez preso em flagrante, seja conduzido à autoridade judicial em, no máximo 24 horas, para que desta forma o juiz análise a legalidade e a necessidade da prisão.

A 'doída' 'morte anunciada' de Dilma

Segundo a colunista Eliane Cantanhêde, com esse governo 'moribundo', 'já se discute em corredores e gabinetes não mais “se”, mas “quando” será votado o processo de impeachment'; 'É muito difícil e até doído escrever isso, mas as coisas estão se precipitando rapidamente em Brasília. O isolamento da presidente Dilma Rousseff está cada vez mais preocupante (...). Não pela capacidade da oposição de pressionar, mas pela incrível capacidade de Dilma de errar', diz

Para a colunista Eliane Cantanhêde, o impeachment da presidente Dilma Rousseff é uma questão de tempo:
“É muito difícil e até doído escrever isso, mas as coisas estão se precipitando rapidamente em Brasília. O isolamento da presidente Dilma Rousseff está cada vez mais preocupante e que já se discute em corredores e gabinetes não é mais “se”, mas “quando” será votado o processo de impeachment. Não pela capacidade da oposição de pressionar, mas pela incrível capacidade de Dilma de errar”, diz.
Ela ressalta que partidos da base “já pularam fora” e que outros seguirão por esse caminho: ‘Ontem, as bancadas do PSB na Câmara e no Senado já discutiram abertamente o rompimento e a explicação do presidente do partido, Carlos Siqueira, foi arrasadora: “Entendemos que é um governo moribundo, temos que encontrar um meio de o País não sangrar por muito tempo”, disse ele, após reunião da qual participaram os governadores Rodrigo Rollemberg (DF), Paulo Câmara (PE) e Ricardo Coutinho (PB)’.
Conclui que, para o vice Michel Temer, agora só cabe esperar “novembro chegar”...
Leia abaixo na íntegra o que escreveu Eliane, no estadão: