O Paradoxo da Unificação - Quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis do Autismo
O paradoxo da unificação: quando o mesmo diagnóstico abriga realidades incomunicáveis e acirra a disputa por voz, recursos e políticas p...
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Para além de masculino e feminino
Sharon Stone estava numa festa em Hollywood quando desapareceu acompanhada de uma atraente mulher. As duas só voltaram muito depois… a sobremesa já estava sendo servida. Mas ela também adora fazer sexo com homens. Sua secretária se encarregava de marcar os encontros amorosos. Essas indiscrições foram divulgadas pelo jornal Sunday Mirror e fazem parte da biografia não autorizada da atriz.
Outra estrela americana, Jodie Foster, teve seu desejo sexual por mulheres revelado num livro escrito por seu próprio irmão. Entrevistada pelos jornais declarou: “Tive uma ótima educação, que nunca me fez diferenciar homens e mulheres.” Esses são apenas alguns exemplos dos incontáveis casos de bissexualidade famosos.
Apesar de haver estudos mostrando que muitas pessoas já sentiram, de alguma forma, desejo por ambos os sexos, o resultado da pesquisa me surpreendeu. Das quase 18 mil que responderam à enquete da semana, a maioria transaria com alguém do mesmo sexo. É inegável a mudança das mentalidades.
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1. MEDO
Se você não comprar, seu mundo vai acabar. Usar medo e punição para vender é uma arma poderosa, que se enraíza em nossos instintos de sobrevivência e controle do ambiente. Ninguém quer passar por dificuldades por causa de uma decisão errada na hora de gastar. Tocar o terror lembra você disso. E a razão está em um mecanismo do seu cérebro - os chamados "marcadores somáticos", descritos pela primeira vez pelo neurocientista português António Damásio. Esses marcadores são atalhos que nos ajudam a fazer escolhas com base naquilo que já vivemos ou sabemos, tornando automáticas nossas ações do dia a dia.
Por exemplo, não colocamos a mão no fogo porque o cérebro aprendeu que isso provoca dor. O marcador para "fogo" é associado ao marcador "dor", e isso nos livra de ter que raciocinar toda vez que chegamos próximo a uma fogueira. A estratégia do medo usa esse mecanismo, segundo Martin Lindstrom, autor de A Lógica do Consumo.
Quase um inception: cientistas inserem memórias artificiais em ratos
Um grupo de pesquisadores do MIT, liderados pelo neurocientista Susumu Tonegawa, demonstrou como criar memórias falsas em ratos alterando seu sistema nervoso.
As memórias das experiências que vivemos (um show da sua banda favorita, por exemplo) são armazenadas no nosso hipocampo num conjunto de neurônios numa forma e ordem específicas. Ao relembrar aquele show, os neurônios relativos àquela experiência se reativarão.
Esse grupo de células nervosas responsáveis por uma memória pode ser chamado de engrama.
E, bom, nos ratos, funciona praticamente do mesmo jeito.
'Nem todos precisam da escola', diz jovem que criou programa para autodidatas
Com apenas 12 anos, Dale J. Stephens chocou os pais certo dia, ao informá-los que deixaria os estudos. "Decidi abandonar a escola porque queria começar a aprender", lembra o americano, nascido na região californiana de São Francisco. Passado o susto, ele recebeu apoio dos familiares e iniciou uma jornada sem volta — especialmente aos bancos escolares, exceto por uma breve passagem universitária que não durou um semestre.
Hoje, aos 21 anos, ele é um autodidata convicto, além de um entusiasta da causa. Apoiado na convicção de quem aprende por si só vai mais longe, lançou um livro, Hacking Your Education (algo como "Hackeando sua educação"), e fundou o UnCollege (que, com o prefixo inglês "un", ostenta a própria negação da escola), site dedicado a pesquisar a autoaprendizagem. Stephens encontrou ainda uma forma inusitada de testar o conceito. A partir de setembro, o UnCollege promoverá um programa chamado Gap Year, que reunirá dez jovens com idades entre 18 e 28 anos em um intensivão sobre como aprender por conta própria. Ao longo de doze meses, eles dividirão o mesmo teto em São Francisco, farão um intercâmbio a outros países, terão de desenvolver um projeto inovador em qualquer área e ao fim serão enviados para o Vale do Silício, centro de inovação americana, para cumprir um estágio. O objetivo do programa é um só:
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